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27 FEV

Chevrolet S10 fica mais cara, mas volta a ter versão Advantage

S10 High Country foi a que recebeu o maior acréscimo: R$ 3.600 (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Líder do mercado nacional, a Chevrolet iniciou 2018 com aumentos em quase toda a sua gama. Isenta em janeiro dos primeiros acréscimos, a S10 ficou mais cara neste mês. Os aumentos variam entre R$ 2.100 e R$ 3.600.

O menor reajuste ficou por conta da S10 LT 4×2 flex, que saltou de R$ 109.390 para R$ 111.490. Na outra ponta da tabela, a versão High Country, topo de linha, recebeu o maior acréscimo e passa a valer agora R$ 182.390.

Vice-líder do segmento, a picape emplacou no último ano 30.438 unidades, ficando atrás apenas da Toyota Hilux, com 34.368 modelos vendidos, segundo dados da Fenabrave.

Os aumentos no último mês afetaram, primeiro, Onix, Prisma e Cruze. Dias depois, a Chevrolet deixou Cobalt, Spin, Tracker e Equinox mais caros. Com este aumento na S10, apenas Camaro, Montana e Trailblazer não sofreram reajustes em 2018.

Confira a tabela completa com os aumentos da picape com cabine dupla:

Modelo Preço atual Preço anterior Aumento
S10 CD Advantage 2.5 4×2 – Manual R$ 92.990
S10 CD LT 2.5 4×2 Flex R$ 111.490 R$ 109.390 R$ 2.100
S10 CD LTZ 2.5 4×2 Flex R$ 126.790 R$ 124.390 R$ 2.400
S10 CD LT 2.5 4×4 Flex R$ 120.690 R$ 118.390 R$ 2.300
S10 CD LTZ 2.5 4×4 Flex R$ 134.090 R$ 131.590 R$ 2.500
S10 CD LT 2.8 4×4 Diesel – Manual R$ 150.390 R$ 147.590 R$ 2.800
S10 CD LTZ 2.8 4×4 Diesel R$ 176.090 R$ 172.790 R$ 3.300
S10 CD High Country 2.8 4×4 Diesel R$ 185.990 R$ 182.390 R$ 3.600

Versão Advantage retorna

Em contrapartida aos acréscimos, a versão de entrada da picape, chamada Advantage, retornou custando R$ 92.990 – quando testamos em 2017, era vendida por R$ 91.590.

Estribos e santantônio são acessórios vendidos nas concessionárias (João Mantovani/Quatro Rodas)

Para ter um dígito a menos no preço, a Chevrolet removeu equipamentos básicos no segmento, como a coluna de direção ajustável e até a regulagem elétrica dos retrovisores. No quesito segurança, são apenas dois airbags e nada de controles de estabilidade e tração.

Porém, outros itens de conforto permanecem na lista de série, como ar-condicionado, faróis de neblina, alerta de pressão dos pneus, computador de bordo, direção elétrica, vidros elétricos com função um toque, assistência de frenagem de emergência, cinto de segurança central traseiro de três pontos e central multimídia MyLink com integração a smartphones Android e iOS, Bluetooth, USB, AUX e rádio AM/FM.

Interior simples reflete a perda de equipamentos (João Mantovani/Quatro Rodas)

No interior o acabamento está mais simples. Há plásticos rígidos por todos os cantos e nada de superfícies brilhantes, como cromados ou piano black.

Por fora a picape mantém a aparência das configurações mais caras, apesar de ter maçanetas e retrovisores de plástico e sem pintura – os leds diurnos nos faróis foram dispensados. 

Visual muda pouco, mas retrovisores (sem pintura) perderam os ajustes elétricos (João Mantovani/Quatro Rodas)

Sob o capô, o mesmo motor 2.5 Ecotec com 206/197 cv e 27,3/26,3 mkgf com etanol/gasolina. A transmissão é manual de seis marchas e a tração 4×2. 

Fonte: Quatro Rodas

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