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26 FEV

Ferrari 488 Pista estreia V8 de 720 cv – o mais potente da marca

Ferrari 488 Pista traz V8 mais potente da história da marca (Divulgação/Ferrari)

A Ferrai revelou a 488 Pista. Segundo a marca italiana, a nova versão do superesportivo traz o motor V8 mais potente de sua história, com 720 cv a 8.000 rpm e torque máximo de 78,5 mkgf. Isso, claro, considerando os modelos homologados para vias públicas.

Toda essa potência, acoplado a uma caixa de dupla embreagem de sete velocidades, faz o modelo ir de 0 a 100 km/h em 2,85 segundos, e de 0 a 200 km/h em 7,6 s, com máxima de 340 km/h.

Em comparação, a 488 GTB, que serviu de base para a 488 Pista, vai de 0 a 100 km/h em 3 segundos, a 200 km/h em 8,3 e velocidade máxima de 330 km/h. O motor é o mesmo V8 3.9, porém com 50 cv a menos.

Mudanças no design foram feitas para melhorar a aerodinâmica do superesportivo  (Divulgação/Ferrari)

E as melhorias não estão apenas na potência. A 488 Pista ficou mais leve em relação à GTB, são 90 kg a menos, totalizando 1.280 kg, segundo a Ferrari.

Por fora, o design é semelhante, mas houve mudanças para melhorar a aerodinâmica. O capô e o para-choque tiveram as entradas de ar redesenhadas.

Na traseira, o spoiler ficou maior e mais longo, tudo pela aerodinâmica  (Divulgação/Ferrari)

Outro detalhe na dianteira para ganho de aerodinâmica, é o efeito de “asa flutuante”, como a própria Ferrari chama, no duto de escoamento no bico do carro.

Na traseira, o spoiler ficou maior e mais longo, ajudando na estabilidade do superesportivo em altas velocidades. De acordo com a Ferrari, o downforce gerado no eixo traseiro é 20% maior na 488 Pista se comparado com a 488 GTB.

No interior houve poucas mudanças; fibra de carbono predomina  (Divulgação/Ferrari)

Bancos são do tipo concha na 488 Pista (Divulgação/Ferrari)

O interior mudou pouco, com bancos do tipo concha e fibra de carbono por todos os lados.

O destaque fica por conta da última versão do sistema Side-Slip Angle Control (SSC 6.0), incluindo atualizações ao controle de tração (F1-Trac), e na suspensão ativa magneto-reológica (SCM).

Este sistema SSC 6.0 possibilita, entre outras coisas, o controle de escorregamento dos pneus nas curvas. Outro destaque é o sistema FDE (Ferrari Dynamic Enhancer), que ajusta eletronicamente a pressão das pinças nos discos.

Fonte: Quatro Rodas

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