Este visual se manteve entre os modelos 2013 e 2016 (Marco de Bari/Quatro Rodas) A Ranger sempre se destacou pela dirigibilidade semelhante à de um sedã. Não seria diferente com a segunda geração, de 2012, cheia de potência, conforto e equipamentos. O destaque foi o motor Duratorq de cinco cilindros e turbina de geometria variável, então o mais potente da categoria (200 cv e 48 mkgf), formando ótimo conjunto com o câmbio automático (pela primeira vez) sequencial de seis marchas e tração 4×4. Nessa configuração, a versão de sucesso foi a top Limited: airbags laterais e de cortina, central com tela de 5 polegadas, câmera de ré, sensor de farol e chuva, bancos de couro (do motorista com regulagem elétrica) e bagageiro no teto. Abaixo, há a XLT, só com airbags frontais, ESP, roda aro 17, ar bizona, Bluetooth, sensor de ré, piloto automático, volante multifuncional e cromados no exterior. Acabamento cromado só nas versões mais caras (Marco de Bari/Quatro Rodas) Para economizar, há a XLT (câmbio manual de seis marchas) ou a XLS (sem ESP e aro 17). Evite a XL, sem vidro elétrico, liga leve ou para-choque pintado, e com o 2.2 Duratorq de quatro cilindros, que é apenas razoável: 125 cv (2013) ou 150 cv (2014), com torque de 32 a 38,2 mkgf. Mas ele é boa escolha na versão XLS, que em 2016 passou a ter câmbio automático sequencial de seis velocidades. Se abrir mão do automático e do 4×4, a 2.5 flex é uma boa opção – o Duratec rende 168/173 cv e 24,1/24,6 mkgf, mas está limitado ao câmbio manual de cinco marchas. Reestilizada na linha 2017, ela melhorou por dentro e por fora. A dianteira trouxe novos para-choques, grade e faróis. O interior recebeu painel com duas telas digitais, central sensível ao toque, direção elétrica e mais equipamentos. A XLS ganhou sete airbags, ESP, piloto automático, Isofix e assistente de partida em rampas e controle de descida. Na XLT, veio couro, monitor de pressão de pneu e central de 8 polegadas. Só a Limited trazia piloto automático adaptativo, sensor de mudança de faixa, aro 18, protetor de caçamba e capota marítima. O motor 2.2 subiu para 160 cv.Outro ponto forte era garantia, que saltou de três para cinco anos. Sem defeitos crônicos, a Ranger desfruta de boa fama no mercado e tem um custo de uso razoável, desde que a manutenção esteja em dia. (Marco de Bari/Quatro Rodas) Filtro DPF – Verifique o filtro de material particulado (DPF): ele satura logo no uso urbano e sua manutenção é feita só na autorizada. Muitos donos cansam disso e retiram o filtro e outros sensores, além de “chiparem” o motor para aumentar o torque. Nem pense em comprar essas picapes. Motor – A saturação crônica do DPF é causada por falha na pressurização do turbo, avaria no sensor de fluxo e vazamento nos injetores ou no retentor da turbina. Turbo – Veja se módulo do gerenciamento do motor não foi alterado para gerar maior torque e potência, o que compromete o sistema. Em casos extremos, será preciso trocar a turbina, que custa uns R$ 6.300. Câmbio – A transmissão automática ZF 6HP32 pode entrar em modo de segurança por falha no sensor de rotação do eixo de saída (OSS). A rede costuma efetuar esse reparo sem custo para os proprietários. Recalls – Há três chamados. O modelo 2013 apresentou falha no módulo do motor, que pode engatar sozinho a primeira marcha, em 4.683 picapes. Em 1.467 unidades da linha 2015 e 2016, o pedal de freio pode se desconectar do hidrovácuo, reduzindo sua eficiência. Nos modelos 2015 a 2017 com câmbio manual, o eixo cardã quebra por falha na fixação dos cabos seletores de marcha.
Fonte:
Quatro Rodas


Onde o bicho pega

14 FEV
Guia de usados: Ford Ranger
Mais Novidades
14 FEV
Ford EcoSport 2019 tem nova versão mais barata para PcD
Versão para vendas diretas não tem rodas de liga ou maçanetas pintadas (Divulgação/Ford)
O Ford EcoSport passou a ter versão para vendas diretas na linha 2019. Até então, a Ford oferecia isenção de IPI e descontos na versão SE 1.5 AT em vendas para pessoas com deficiência. Agora, a a versão SE Direct 1.5 AT atende tanto frotistas como pessoas com deficiência.
Menos equipada, a nova versão SE Direct 1.5 AT também é mais...
Leia mais
14 FEV
Novo Mercedes Classe C estreia sem data para chegar ao Brasil
A parte de baixo do para-choque frontal e os elementos internos dos faróis são novos (Divulgação/Mercedes-Benz)
Para relembrar: esse é o Classe C atual (Divulgação/Quatro Rodas)
Algumas reestilizações dão um ótimo material para livros de sete erros. Tomemos como exemplo o novo Mercedes-Benz Classe C 2019. Nele mudaram para-choques, faróis, lanternas e até o painel de instrumentos. Mas, em um primeiro olhar, nem parece.
Na dianteira as...
Leia mais
Sete aplicativos que prometem resolver os problemas (do carro)
O app promete identificar qualquer problema mecânico ou elétrico (Engie/Divulgação)
Aplicativos como Uber e 99 facilitaram a vida das pessoas que não possuem – ou não querem usar – o próprio carro.
Mas alguns serviços digitais também prometem melhorar a vida e otimizar o tempo de quem não abre mão de dirigir.
Um deles é o Engie, que ajuda a encontrar uma oficina confiável e que pratique preços justos. Criado por Uri Levine, cofundador do...
Leia mais
Cullinan: esse é o nome do SUV que a Rolls-Royce está fazendo
O nome é em homenagem ao diamante Cullinan, considerado o mais puro do mundo (Divulgação/Quatro Rodas)
O visual do novo diamante da Rolls-Royce ainda não foi revelado. Mas a marca britânica finalmente confirma o que já tinha sido especulado a meses: seu nome.
O que era para ser utilizado apenas como o título do projeto de forma temporária acabou virando definitivo. E Cullinan virou nome oficial do novo “veículo de alto nível”,...
Leia mais
Autodefesa: VW Saveiro e Fox com problemas em consumo
Renato: troca de motor aos 8.000 km (Alexandre Battibugli/Quatro Rodas)
Já imaginou descobrir que o nível do óleo do seu automóvel baixa constantemente depois de rodar 2.000 km ou menos?
Esse é o drama vivido por proprietários de modelos da Volkswagem com o motor MSI 1.6 16V, lançado em agosto de 2015 e que equipa Gol, Fox, Saveiro e o novo Polo.
Entre os motores “beberrões” está o Fox Highline 2016 do empresário Thiago Resende,...
Leia mais
Motor 1.8 E.torQ usado por Fiat e Jeep será aposentado até 2020
Motor 1.8 E.torQ entrega até 139 cv com etanol, mas será aposentado até 2020 (Christian Castanho/Quatro Rodas)
O ano de 2020 será de mudanças dentro da FCA. Será o ano do lançamento da terceira geração o Uno, que por sua vez também será responsável por estrear uma nova linha de motores turbo.
Mais eficientes, eles terão a – não tão difícil – missão de aposentar os motores E.torQ.
Os motores Firefly, lançados no final de 2016, serão o ponto de...
Leia mais