A parte de baixo do para-choque frontal e os elementos internos dos faróis são novos (Divulgação/Mercedes-Benz) Para relembrar: esse é o Classe C atual (Divulgação/Quatro Rodas) Algumas reestilizações dão um ótimo material para livros de sete erros. Tomemos como exemplo o novo Mercedes-Benz Classe C 2019. Nele mudaram para-choques, faróis, lanternas e até o painel de instrumentos. Mas, em um primeiro olhar, nem parece. Na dianteira as entradas de ar inferiores foram redesenhadas e ganharam filetes laterais e uma grande tomada integral, nas versões sem e com estrela no capô, respectivamente. Os faróis agora podem adotar até 84 LEDs para criar um facho de luz totalmente adaptativo. Troque as lanternas e o simulacro de extrator no para-choque traseiro e você pode transformar seu Classe C para a linha 2019 (Divulgação/Mercedes-Benz) Na traseira as mudanças foram ainda mais discretas: as lanternas receberam um novo arranjo interno (formando um “C” com a luz de posição) e a parte inferior central do para-choque é nova. Os arcos até enganam, mas o quadro de instrumentos é digital. O volante também mudou e, FINALMENTE ganhou os comandos do controlador de velocidade (Divulgação/Mercedes-Benz) A cabine reserva a atualização mais perceptível: agora o Classe C pode ter painel de instrumentos digital, como o novo Classe A e o rival Audi A4. O comando sensível ao toque entre os bancos agora vibra para confirmar as ações feitas pelo motorista (Divulgação/Mercedes-Benz) A tela de 12,3 polegadas opcional é similar à ofertada em outros modelos da marca e pode ser associada à tela central de 10,25 polegadas. As versões com estrela no capô também receberam novos para-choques frontais (Divulgação/Mercedes-Benz) Uma mudança pontual vai ser notada pelos entusiastas: o Classe C perdeu o botão de partida removível e adota uma peça similar à usada no Classe E. A versão perua do Classe C também não mudou quase nada, mas, cá entre nós: nem precisava (Divulgação/Mercedes-Benz) Segundo a Mercedes, o botão removível era um pedido de clientes que ainda preferiam colocar a chave no miolo do painel e girá-la – ainda que esse processo não fosse mais necessário nos carros da empresa.
Fonte:
Quatro Rodas







14 FEV
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