Modelos que ultrapassam os R$ 70 mil e não contam com controle de estabilidade (Reprodução/Montagem/Divulgação) O controle de estabilidade (ESC ou ESP) funciona em rede com outros módulos do automóvel, como os freios ABS, motor, câmbio e direção, e tem a finalidade de impedir a perda do controle em situações de risco. Ou seja, ao tentar desviar de um carro ou obstáculo que apareça em seu caminho, o ESC, através de sensores, pode frear as rodas de forma individual ou cortar o sinal do acelerador para que o motorista mantenha o controle, sem que o veículo perca a aderência. Botão de controle de estabilidade (Christian Castanho/Quatro Rodas) No Brasil, o Denatran aprovou o controle de estabilidade como item obrigatório no final de 2015, com o início da obrigatoriedade programada para 2020. A lei terá duas fases: A primeira, em 2020, será válida para modelos novos ou produtos passaram por grandes mudanças, com homologação feita após a data de publicação da Resolução. Já a segunda, que entrará em vigor em 2022, afetará todos os modelos zero-quilômetro comercializados no país, mesmo que tenham sido lançados antes de 2020. As versões mais caras do compacto da Ford conta com controle de estabilidade (Ford/Divulgação) Presente principalmente em veículos mais caros, o item de segurança até aparece de série em veículos mais baratos, como em algumas versões do compacto Ka. No entanto, toda regra há exceção e nem todo veículo “caro” conta com o item. Neste caso, listamos 15 exceções de modelos que custam mais de R$ 70 mil e que não vêm equipados com controle de estabilidade. Os preços vão de R$ 73.890 até incríveis R$ 150.390.
Fonte:
Quatro Rodas
Carros por mais de R$ 70 mil que não têm controle de estabilidade
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