Novidades

12 JAN
Dicas essenciais para não ter dor de cabeça com a sua seguradora

Dicas essenciais para não ter dor de cabeça com a sua seguradora

A oficina quem escolhe é o segurado, não a seguradora

A oficina quem escolhe é o segurado, não a seguradora (Divulgação/Internet)

Ter seguro é um alívio na hora daquela batidinha inesperada no trânsito. Mas, no conserto, vem outra dor de cabeça. Mesmo que a oficina seja credenciada pela seguradora, é preciso ter atenção, pois não são raros os relatos de problemas no serviço.

Para você entrar precavido nessas oficinas, reunimos dicas de Amos Lee, CEO da Universidade Automotiva (UniAuto), e de Fábio Frasson, superintendente dos Centros Automotivos Porto Seguro.

Contrato 

Leia com cuidado o contrato com a seguradora e peça antes a relação de oficinas credenciadas. Algumas apólices permitem a indicação de estabelecimentos por parte do cliente, mas o mais importante é que o documento possibilite que o consumidor escolha – mesmo dentre as homologadas pela empresa – a mecânica de sua preferência.

Mas, por lei, o segurado pode escolher qualquer oficina de sua preferência, desde que não ultrapasse o valor segurado.

Serviço

Reparos de carroceria geralmente demandam alguns dias. Por isso, peça logo o prazo para o serviço ficar pronto e fique em cima da oficina para saber se o reparo já foi iniciado e se as peças já chegaram. Se o conserto demora mais do que o prometido, reclame com a seguradora e com o estabelecimento.

“Antes de sair com o veículo, é preciso checar se não há diferença de cor entre a peça reposta e reparada e o restante da carroceria, se não ficou qualquer peça deslocada. O cliente não deve aceitar o carro se algo não ficou do seu agrado”, diz Amos Lee.

Em caso de problema, chame o perito credenciado junto à seguradora, aponte as falhas e solicite o conserto correto. “Após o serviço, o cliente tem o direito de saber o que foi feito no veículo, pedindo explicações ao mecânico ou ao chefe de oficina”, explica Fábio Frasson.

Peças 

Por lei, as oficinas devem apresentar todos os itens que foram trocados e serão descartados. “Se as peças não forem apresentadas, o cliente deve solicitá-las a fim de ter certeza em relação aos serviços realizados. Contudo, elas devem ter destinação correta, ou seja, o cliente deve deixá-las na oficina para que o seu recolhimento seja executado por empresas especializadas”, ressalta Fábio.

No caso do Seguro Auto Popular, atenção redobrada. Isso porque esse tipo de cobertura prevê o uso de peças seminovas recondicionadas ou as genéricas. Se optar pelas genéricas, que são novas, solicite a apresentação das embalagens.

Fonte: Quatro Rodas

Mais Novidades

22 DEZ
Jeep Renegade reestilizado ficará mais próximo do Compass

Jeep Renegade reestilizado ficará mais próximo do Compass

Flagra revela grade mais estreita e faróis diferentes (Reprodução/Internet) O Renegade completará três anos de mercado em abril, mas a Jeep já trabalha na primeira atualização visual do SUV compacto. Em geral, quando um carro tem design muito marcante, ou as mudanças são pequenas ou são bastante significativas. Os flagras, divulgados no Renegade Jeeps no Instagram, mostram que a Jeep escolheu o primeiro caminho. Vale... Leia mais
22 DEZ
Nissan registra patentes do novo March no Brasil

Nissan registra patentes do novo March no Brasil

Modelo brasileiro deve ser lançado depois de 2020 (reprodução/Internet) A Nissan registrou no INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) as patentes do novo Micra. O compacto é vendido no Brasil como March, mas nosso modelo está na quarta geração – uma atrás do hatch oferecido na Europa. Design lembra muito o do Nissan Kicks, com quem o Micra compartilhará plataforma e componentes (reprodução/Internet) ... Leia mais
22 DEZ
A fibra de vidro ainda é usada em automóveis?

A fibra de vidro ainda é usada em automóveis?

Toda a carroceria do Troller T4 é feita de fibra de vidro (Marcos Camargo/Quatro Rodas) A fibra de vidro ainda é usada em automóveis? – Roberto Parente Jr., Salvador (BA) Ela não só ainda é usada como é o principal componente da carroceria do Troller T4. Uma de suas principais vantagens é a ausência de corrosão e sua menor densidade em relação ao aço, o que possibilita carrocerias mais leves. Segundo a Ford, proprietária da... Leia mais
21 DEZ
Flagramos o Volkswagen T-Cross com carroceria final no Brasil

Flagramos o Volkswagen T-Cross com carroceria final no Brasil

T-Cross é baseado na plataforma MQB e tem dimensões de Renegade (Eduardo Campilongo/Quatro Rodas) Esqueça Virtus, Amarok V6, novo Tiguan e o Golf reestilizado. O grande lançamento da Volkswagen em 2018 será o T-Cross, flagrado no Brasil por QUATRO RODAS. O modelo será a resposta, ainda que tardia, aos Jeep Renegade, Ford EcoSport, Hyundai Creta e Honda HR-V. É a primeira vez que a Volkswagen aposta em um SUV compacto. Apesar da... Leia mais
21 DEZ
Nissan Terra: SUV da Frontier aparece na China

Nissan Terra: SUV da Frontier aparece na China

SUV derivado da Frontier será lançado em abril (Reprodução/Internet) O Nissan Pathfinder se tornou um carro independente da Frontier em 2013. Mas isso não impediu a fabricante japonesa de fazer um SUV derivado de sua picape média. É o novo Nissan Terra, flagrado sem camuflagem na China e que será apresentado oficialmente no Salão de Pequim, em abril. Ele será vendido em mercados asiáticos e terá os Toyota SW4, Ford Everest e... Leia mais
21 DEZ
Mini troca câmbio automático por câmbio de dupla embreagem

Mini troca câmbio automático por câmbio de dupla embreagem

Nova transmissão DCT é mais rápida e eficiente (Divulgação/Mini) Pela primeira vez em 17 anos um Mini será vendido com câmbio de dupla embreagem. O compacto foi lançado com câmbio CVT, que depois substituído por transmissões automáticas convencionais de seis marchas, sempre como opção a uma caixa manual. Agora a fabricante inglesa controlada pela BMW começa a usar a nova caixa automatizada de dupla embreagem e sete marchas nos... Leia mais