Novidades

03 JAN
Longa duração: Cruze tem recursos eletrônicos mal aproveitados

Longa duração: Cruze tem recursos eletrônicos mal aproveitados

Marcos:

Marcos: “Raramente uso o sistema de auxílio em manobra” (Renato Bizzutto/Quatro Rodas)

Quando compramos nosso Cruze, em outubro de 2016, pagamos R$ 10.460 pelo pacote de opcionais R7F, chamado informalmente pela GM de LTZ-2.

O kit, exclusivo da versão LTZ, inclui alerta de colisão, assistente de manutenção de faixa, farol alto adaptativo, alerta de veículo no ponto cego, carregamento de celular por indução, sistema de estacionamento semiautomático e banco do motorista elétrico.

Mas, 60.000 km depois, nos demos conta: “O sistema de auxílio ativo de estacionamento encantou a equipe, mas o fato é que poucos meses depois da chegada do Cruze à frota de Longa, ninguém mais usava o dispositivo”, diz Péricles Malheiros, editor responsável pela seção.

Decidimos, então, ver se outros donos de Cruze também enjoaram dos brinquedos eletrônicos.“Rodo bastante na cidade. Então, faço muito uso dos alertas de colisão e de ponto cego.  Trocaria fácil o farol alto automático por faróis mais eficientes”, conta o projetista Fábio Melo, 32 anos, dono de um Cruze Sport6 LTZ-2.

O analista de sistemas Marcos Dizarro, 27 anos, porém, ainda diz utilizar o sistema ativo de auxílio de estacionamento do seu Cruze LTZ-2. “Não é sempre e, quando uso, é em vagas paralelas. O problema é que justamente nelas sinto falta de um simples sistema tiltdown no espelho, pois é comum o carro resvalar na guia durante o processo de manobra.”

Marcos assume ser fã e consumidor de tecnologia,mas faz suas críticas: “Não me vejo mais comprando um carro que não disponha dos itens do LTZ-2 , mas sinto falta de frenagem autônoma, que daria muito mais utilidade ao alerta de colisão e ao piloto automático”.

Entre encantos e desencantos, o fato é que nosso Cruze está pronto para o desmonte. Mas isso é assunto para a próxima edição.

GM Cruze – 60.245 km

Consumo

  • No mês: 9,7 km/l com 11,7% de rodagem na cidade
  • Desde out/16: 8,3 km/l com 23,5% de rodagem na cidade
  • Combustível: flex (etanol)

Gastos no mês

  • Combustível: R$ 613

Ficha técnica

  • Versão: LTZ 1.4T
  • Motor: 4 cilindros, dianteiro, transv., 1.399 cm3, 16V, 153/150 cv a 5.200 rpm, 25,5/24 mkgf a 2.000/2.100 rpm
  • Câmbio: automático, 6 marchas
  • Combustível: flex (gasolina)
  • Seguro (perfil QUATRO RODAS): R$ 5.031
  • Revisões (até 60.000 Km): R$ 3.236

Fonte: Quatro Rodas

Mais Novidades

08 MAI

Pombo 'ultrapassa limite de velocidade' e é fotografado por radar na Alemanha

Era uma tarde tranquila na cidade de Bocholt, no oeste da Alemanha, quando um pombo ultrapassou o limite de velocidade em uma rua residencial, voando a 45 km/h em uma área em que a velocidade máxima era de 30 km/h. Motociclista é preso depois de se filmar a mais de 300 km/h Um radar de velocidade disparou o flash assim que a ave passou voando por ele. Autoridades da cidade, que fica perto da fronteira com a Holanda, publicaram a foto captada pelo radar na semana passada e,... Leia mais
08 MAI

Motoristas de aplicativos Uber e 99 fazem greve por lucros maiores

Motoristas dos aplicativos Uber e 99 iniciaram uma greve nesta quarta-feira (8) no Brasil, que deve durar até a 0h de quinta-feira (9). Lucros maiores estão entre as reivindicações. Procurados pelo G1, motoristas da Uber disseram que as orientações sobre a paralisação correm em grupos de WhatsApp exclusivos da categoria. A principal recomendação é de que eles mantenham o app desconectado de 0h desta quarta à 0h de quinta. Em nota à imprensa, sobre as manifestações,... Leia mais
08 MAI

Top Ten: os veículos sobre rodas mais bizarros na história da indústria

– (Reprodução/Internet) Projetado para os centros urbanos, o monociclo elétrico da americana Ryno Motors tem velocidade final de 16 km/h, leva seis horas para ser recarregado e pode levar um adulto de até 113 kg, tudo ao preço de US$ 3.000. Para frear ou acelerar, é só inclinar o corpo para a frente ou para trás, igual ao que fazemos no diciclo da Segway.– (Reprodução/Internet)Da Western Star (a mesma do Optimus Prime, de Transformers) veio a supercarreta Centipede. É um show... Leia mais
08 MAI

Oficina cria hot rods enferrujados de até R$ 100 mil com base de Fusca

Erick Martins é o dono e a alma da Escuderia BadBug (Fernando Pires/Quatro Rodas)A cultura custom nunca esteve tão em alta no Brasil como agora. Surgida nos anos 50 na Califórnia, é definida pela personalização.Nos carros, começou com os hot rods (modelos americanos dos anos 30 e 40 transformados), que ganharam a vertente chamada volksrods, construídos a partir do Fusca.E ninguém entende mais disso do que Erick Martins, dono da Escuderia BadBug, única oficina do Brasil dedicada só... Leia mais
07 MAI

Novo Chevrolet Tracker: painel do SUV herda muita coisa do Onix Sedan

Não faltam semelhanças entre o Tracker e o futuro Onix (Divulgação/Chevrolet)Você já sabe que o Chevrolet Tracker chegará ao Brasil em 2020 – e que terá plataforma dos novos Onix Plus e Sedan. Mas até que ponto o SUV dividirá peças com os futuros hatch e sedã?Pelas imagens divulgadas, (quase) tudo será diferente por fora, com exceção de detalhes como retrovisores e maçanetas. Entretanto, a semelhança é bem maior na cabine.Imagens adiantam como será o painel dos compactos... Leia mais
07 MAI

Uma história familiar: morre Picasso, o primeiro Citroën feito no Brasil

Chegou a hora de dar tchau pro Picasso (Divulgação/Quatro Rodas)Coube a um carro de sobrenome espanhol ser o primeiro representante da francesa Citroën no Brasil. E por causa da família de Pablo, o Picasso precisou ter algo por trás — no documento.Essas são algumas das curiosidades da minivan que deixou de ser importada ao Brasil, concluindo uma história de 18 anos. Contamos a história do modelo ao longo de suas três gerações, que incluiu até a perda do Picasso (no nome).A... Leia mais