A Chevrolet soltou um boletim técnico de serviço instruindo sua rede como proceder para eliminar um ruído fino dos freios. Nosso Cruze, mesmo com o reparo feito, chiou. Detalhe 1: a rede se negou a refazer o procedimento. Detalhe 2: descobrimos que o trabalho havia sido feito de maneira bem diferente do recomendado pela fábrica. Um pequeno esbarrão de um outro carro danificou o retrovisor externo. O reparo saiu por R$ 222. A3: oferta de até R$ 90.000 na troca por um Fusion (Guilherme Fontana/Quatro Rodas) Logo que partimos para a simulação de venda do nosso A3, pensamos: “Carro de luxo com alta quilometragem, vão jogar o preço lá embaixo”. Erramos feio. Por ele, ouvimos propostas que quase igualaram o valor de tabela de usados da época, algo raríssimo até para carros da Honda e da Toyota, tradicionalmente os que menos desvalorizam. Em maio, veio o desmonte. E, com ele, a conclusão: quase sem pontos a melhorar, o A3 é, de fato, premium. – (Xico Buny/Quatro Rodas) O motor do Mobi (desmontado em agosto) funcionava em modo de emergência – e, do nada, voltava ao normal. E o normal era com engasgos.Pedimos uma solução em todas as revisões, mas a rede queimou o filme, com uma manutenção ineficiente. Nós também poderíamos ter saído queimados. Foi o que descobrimos em março, após um teste em que apuramos que, num dia de sol forte, a tampa traseira do Mobi beira os 70°C. E o pior: não tem um simples puxador. Tampa de vidro do porta-malas chegou a 67,3°C (Silvio Gioia/Quatro Rodas) Esta borrachinha custa R$ 71, na autorizada. É sério! (Silvio Gioia/Quatro Rodas) Nem o funcionário da concessionária Nissan consultada acreditou: “Nossa! Custa R$ 71!”, disse ele em resposta à nossa cotação de uma simples borrachinha fina de acabamento do puxador da porta, desaparecida. O preço era mais alto do que o dos filtros de ar e combustível somados! A rede Nissan chegou a cobrar pela revisão dos 20.000 km e não executar o serviço. A manutenção teve que ser refeita e paga novamente em outra concessionária. Já na reta final do teste (o desmonte foi na edição de novembro), o Kicks teve um pneu danificado em um buraco. Com uma enorme bolha, a saída foi comprar um novo. Fiat Argo passando por reparo no para-brisa (Eduardo Campilongo/Quatro Rodas) GSR é o novo nome que a Fiat deu ao Dualogic, o seu câmbio automatizado. Era esse equipamento que queríamos ter em nosso Argo, mas não deu. Na fase de cotações, a rede deixou claro: “Só existe na tabela e não há sequer previsão de chegada”. Ficamos com o manual mesmo. Logo depois da estreia, em outubro, nosso Argo teve o para-brisa trocado após ser danificado por uma pedra. Mas foi só: até aqui, o baixo consumo e o conforto vêm conquistando o time. Compass marcou a volta de um modelo diesel na frota de Longa Duração após 20 anos (Christian Castanho/Quatro Rodas) 1997. Esse foi o último ano em que um veículo a diesel – uma picape Ford F-1000 – foi avaliado no teste de Longa Duração. O jejum de 20 anos acabou em grande estilo, literalmente, com o Compass Longitude, um jipão que continua atraindo olhares ainda que já tenha inundado as ruas. Por aqui, não está tendo moleza. É o mais requisitado para viagens, principalmente as que incluem trajetos fora do asfalto. Em uma viagem para Campos de Jordão – SP, Creta teve dois pneus furados (Péricles Malheiros/Quatro Rodas) 7.823 km na cidade: da frota atual, o Creta é o modelo com maior índice de rodagem em perímetro urbano. Confiável como poucos, o SUV da Hyundai tem como principais episódios um par de pneus furados e um terceiro cortado em um buraco. Desde sua estreia, em junho, a gasolina passou a ser o combustível oficial do Longa Duração, permitindo assim uma comparação direta com os modelos cedidos pelas fábricas para testes e comparativos.
Fonte:
Quatro Rodas
Presente! Cruze volta ao Longa Duração (Christian Castanho/Quatro Rodas)
Retrospectiva 2017: tudo o que rolou no Longa Duração
Mais Novidades
22 FEV
Longa Duração: Compass pisca farol alto quando a seta é acionada
Piscada indiscreta: você dá a seta e o Compass lampeja o farol alto (Christian Castanho/Quatro Rodas)
Não é de hoje que o lampejo involuntário do farol alto incomoda os usuários do nosso Compass. “Para evitar a piscada é preciso um tremendo cuidado no acionamento da alavanca. Caso contrário, fazer a sinalização de modo natural é certeza de um breve lampejo”, diz o repórter Henrique Rodriguez.
O editor Péricles Malheiros também se queixa...
Leia mais
22 FEV
Teste do especialista: Rolinhos de silicone
(Paulo Bau/Quatro Rodas)
Por mais que você limpe bancos e carpetes, a sujeira parece que insiste em não sair. A solução sempre foi usar um aspirador portátil ou uma escovinha.
Agora há uma terceira opção: os rolos de silicone. Basta lavá-los em água corrente, secar e guardá-los no porta-luvas.
“Por serem feitos de silicone, é recomendável, após o uso, secar só na sombra para que o sol não resseque o produto, o que diminuiria sua...
Leia mais
22 FEV
Fiat Palio sai de linha após quase 22 anos de Brasil
Após a saída do Palio Fire, a única versão ainda à venda até então era a Attractive 1.0 (Divulgação/Fiat)
Após quase 22 anos de produção ininterrupta, o Fiat Palio saiu oficialmente de linha no Brasil. A fabricante confirmou a informação antecipada pelo site Autos Segredos nesta quinta (22). Além do hatch, o Punto também saiu de cena oficialmente. A dupla foi substituída pelo Argo, lançado no primeiro semestre de 2017.
As saídas ocorreram...
Leia mais
Fiat Cronos chega mais barato que o Argo 1.3 – parte de R$ 53.990
Capô, grade do radiador e para-choque dianteiro têm design exclusivo no Cronos (Divulgação/Fiat)
Desde que as primeiras imagens do Cronos foram reveladas, ainda em 2017, a Fiat revelou os detalhes de seu novo sedã compacto em ritmo de conta-gotas. Já aceleramos o modelo e até fizemos um comparativo com seu principal rival, mas ainda faltavam os preços oficiais.
Nesta quarta (21) a Fiat finalmente revelou os valores do Cronos e confirmou (quase)...
Leia mais
21 FEV
Impressões: Mercedes-Benz Sprinter 313 Street Chassi
(Ulisses Cavalcante/Quatro Rodas)
O Mercedes-Benz Sprinter 313 Street está no meio do caminho entre uma picape grande e um caminhão. Ideal para transporte de cargas em áreas urbanas, pode ser conduzido com CNH na categoria B e passa sem dificuldades por vias estreitas. Legalmente, ele tem a equivalência a um automóvel de passeio.
Em nossa avaliação,...
Leia mais
21 FEV
Teste: Chevrolet Bolt EV, elétrico e acessível
Ele tem o porte de um SUV como o Nissan Kicks (João Mantovani/Quatro Rodas)
O uso de carros elétricos no Brasil ainda vive o estágio experimental. Mas não está longe o dia em que eles serão vistos com frequência nas ruas de nossos centros urbanos.
Apesar das dificuldades já conhecidas, como os custos elevados e a falta de infraestrutura, o lançamento do novo Chevrolet Bolt EV, modelo 100% elétrico, dará grande impulso nesse sentido. Neste...
Leia mais