Bem cuidado, o amortecedor passa dos 100.000 Km (Divulgação/Internet) Como é difícil definir a vida útil do amortecedor, o risco de ser enganado na sua troca é grande. Para ajudá-lo a não cair em armadilhas, confira abaixo as principais dúvidas que cercam esse item de segurança tão importante no carro. Não dá para confiar em prazo por quilometragens, pois depende muito do piso por onde roda e do estilo de direção. Há amortecedor que não chega a 50.000 km, há outros que atingem os 150.000 km. Mas a suspensão dá o aviso. Carro que trepida muito em oscilações da pista ou cuja traseira balança mais que gelatina pode indicar que chegou a hora. Se ao entrar em uma curva parece que o veículo desgarra e joga a traseira, também deve ser culpa do amortecedor. Ruídos toda vez que a suspensão trabalha é outro indício. E, se ao encarar o buraco mais inocente, a suspensão dá final de curso (ouve-se uma batida seca), pode levar o veículo imediatamente a uma concessionária ou oficina. O que mais há no YouTube é tutorial de gente que dá dica de testar o amortecedor assim: pressiona a traseira duas vezes para baixo e a solta bruscamente. Rege a cartilha que, se a suspensão balançar para cima e para baixo muitas vezes, o amortecedor já era. Não é bem assim. Não chega a ser um mito, porém é uma avaliação subjetiva, pois depende das características da suspensão de cada veículo. Sim. Não só pela trepidação excessiva e por pedras atingirem os componentes, mas também pela sujeira maior que entra em coifas e coxins. Ranger Raptor será a primeira picape do segmento com uma versão dedicada a situações extremas de off-road (Ford/Divulgação) Quando o problema é com a mola? Geralmente é difícil perceber se o desgaste é na mola, mas também é a peça que menos se troca no conjunto. Pode durar até 150.000 km e só é substituída mesmo se estiver danificada. A perda de altura do carro, por exemplo, indica problema na mola. Fique atento também à sua pintura: se houver fissura ou algo que danificou a tinta, a peça pode enferrujar e ter a durabilidade comprometida. Marcas de contato entre os elos também é um sinal, porém não é regra, porque o diagnóstico de um problema somente de mola não é fácil. Existe um kit que inclui ainda buchas, parafusos de fixação, coxins e batentes. O amortecedor gasto não implica necessariamente que os outros itens estejam comprometidos e tenham de ser trocados. Especialistas, no entanto, recomendam que se renove o conjunto. Afinal, já que está mudando o amortecedor, manter coxins e batentes velhos talvez comprometa a vida útil do novo componente no conjunto. Mas desconfie de orçamentos extensos que incluam molas e bandejas da suspensão. Nesse caso, peça ao técnico que mostre onde está o desgaste das peças e procure outra concessionária ou loja especializada para ter uma segunda opinião.
Fonte:
Quatro Rodas
Quando é hora de trocar?
Pressionar a traseira do carro revela o estado do amortecedor?
Rodar na terra desgasta mais?
O que trocar com o amortecedor?
Manutenção: quando trocar o amortecedor?
Mais Novidades
31 JUL
Citroën mostra C4 Cactus 'brasileiro', que chega em setembro
A Citroën mostrou pela primeira vez nesta terça-feira (31) o C4 Cactus, que já começa a ser produzido em Porto Real (RJ), e chega às lojas em setembro. O SUV compacto será mais um rival para Honda HR-V, Jeep Renegade e Hyundai Creta. Por enquanto, são poucas as informações oficiais. Sabe-se que ele será oferecido com motor 1.6 turbo de 173 cavalos e câmbio automático de 6 marchas. A marca ainda não deu todas as dimensões do modelo, apenas o entre-eixos, que será de...
Leia mais
31 JUL
Nissan começa produção da Frontier em sua nova fábrica de picapes na Argentina
A Nissan começou a produção da Frontier em sua nova fábrica de Córdoba, na Argentina, em cerimônia realizada nesta segunda-feira (30). Com capacidade para fazer 70 mil veículos por ano, a fábrica em Córdoba também será responsável por produzir as futuras Renault Alaskan e Mercedes-Benz Classe X. 50% das unidades feitas na Argentina serão destinadas à exportação. O Brasil será o primeiro país a receber a Frontier produzida por lá, o que está programado para...
Leia mais
30 JUL
O carro elétrico será mais barato do que convencionais a combustão
O Toyota Mirai se beneficiaria muito com as novas tecnologias (Divulgação/Toyota)Se dependesse apenas dos custos de rodagem e manutenção, seria fácil convencer os consumidores a trocar seus carros a gasolina por modelos elétricos.Afinal, rodar com eletricidade é mais barato e a manutenção dos carros elétricos é bem mais simples e menos frequente.Um dos obstáculos à disseminação dos elétricos, porém, está no custo de compra dos carros, uma vez que, além de trazerem...
Leia mais
30 JUL
Dez tecnologias que já foram motivo de prestígio para os carros
– (Reprodução/Quatro Rodas)Para atender a fase L2 do Proconve, o conversor catalítico – que reduz a toxicidade das emissões dos gases – foi introduzido no Brasil em 1992.VW e Ford aproveitaram a novidade para inserir em seus veículos o “selo de qualidade” na traseira junto ao nome dos carros.Se você até hoje ainda não sabe o que o catalisador faz, ou para quê serve, não se preocupe. Nos anos 90 ninguém sabia também.– (Reprodução/Quatro Rodas)A partir da linha 1957,...
Leia mais
30 JUL
QUATRO RODAS de agosto: VW T-Cross + Melhor Compra 2018
Na edição de agosto de 2018 (Ed. 711), o VW T-Cross (Arte/Quatro Rodas)A edição de agosto de QUATRO RODAS já está nas bancas.Veja como será um dos três SUVs que a Volkswagen trará ao Brasil. Marca quer uma fatia do concorrido segmento dos utilitários compactos e enfrentar Honda HR-V, Jeep Renegade e Hyundai Creta.Fizemos um mega comparativo para colocar à prova o novato Toyota Yaris. O japonês recém-chegado enfrentou VW Polo, Fiat Argo, Hyundai HB20, Chevrolet Onix, Citroen C3 e...
Leia mais
30 JUL
Teste: Lexus LS 500h, o japonês mais luxuoso do Brasil
Grade dianteira é o ponto alto do design (Christian Castanho/Quatro Rodas)Um dos fatores que influenciam na avaliação de um carro é a expectativa gerada pela imagem das marcas. Uma peça de acabamento de qualidade mediana pode ser alvo de críticas em carro de marca premium ou de elogios em modelo popular. No caso dos Lexus, a régua sobe, por isso vou começar este texto reclamando: não gostei do LS 500h que chega agora ao Brasil.O estilo ousado abusa dos frisos cromados (Christian...
Leia mais