XC90 (esquerda), Discovery e Q7: o Land Rover não esconde ser o maior dos três (Christian Castanho/Quatro Rodas) Motores a gasolina são potentes, mas o consumo comedido e a força disponível desde baixas rotações ajudam a popularizar os motores turbodiesel entre os SUVs de luxo. Os três modelos são ótimos exemplos disso. Com mais de 2 toneladas e comprimento ao redor dos 5 metros, Volvo XC90, Land Rover Discovery e Audi Q7 possuem sete lugares, distribuídos em três fileiras de assentos. Prometem invariavelmente conforto para grandes famílias e grande autonomia em viagens. Mas na facilidade de uso, no consumo e no desempenho eles se diferem bastante. Há outras opções no segmento. A BMW não disponibilizou o X5, mas foi a idade do projeto que deixou o Mercedes GLS de fora: na prática, é o Classe GL de 2007 após duas reestilizações. Uma nova geração será lançada em menos de um ano. Apesar de oferecer opção de motor diesel no Brasil há mais de 20 anos, o Discovery não entraria neste comparativo em outros tempos: viajar nos bancos extras era quase um pesadelo. Hoje, é o único Land Rover capaz de levar sete adultos. O tradicional couro Windsor forra o interior do Discovery (Christian Castanho/Quatro Rodas) Discovery tem bons bancos e espaço na última fila (Christian Castanho/Quatro Rodas) O Q7 TDI é o primeiro Audi a diesel no Brasil. Seu V6 3.0 turbo entrega 258 cv e 61,2 mkgf de torque. O V6 3.0 do Discovery gera mesma potência e torque, mas a força máxima aparece em rotações mais altas. Ambos têm câmbio automático de oito marchas da alemã ZF. O Volvo XC90 é adepto da tendência de motores menores. Usa um quatro cilindros 2.0 biturbo com tecnologia que libera ar comprimido para movimentar os turbocompressores em baixas rotações, o que ameniza o turbo lag. Esse empenho rende 235 cv e 48,9 mkgf de torque. O câmbio automático também é de oito marchas, mas feito pela japonesa Aisin. Trocas sequenciais são pela alavanca: não há borboletas atrás do volante para trocas sequenciais. O motor revela bem sua força, mas falta um pouco de vigor em retomadas – e nem o modo de condução Dynamic contorna isso. Troca de marcha sequenciais só podem ser feitas pela alavanca (Christian Castanho/Quatro Rodas) Câmbio do Audi é automático (Christian Castanho/Quatro Rodas) Assim como o Q7, SUV da Land Rover também tem câmbio automático (Christian Castanho/Quatro Rodas) A pegada eficiente do SUV sueco tem algum efeito: é o mais econômico dos três em regime urbano, com média de 10,4 km/l. Na estrada, porém, o Q7 bebe menos, 13,2 km/l. Mas a personalidade do Audi é completamente diferente: cravou 6,6s no nosso teste de 0 a 100 km/h – os outros ficaram na casa dos 9 s. Se ficar difícil controlar a verve esportiva, basta usar o modo de condução efficiency como precaução. Vai que algum dos passageiros enjoa… O Discovery é um pouco mais rápido que o Volvo e retoma melhor, mas o câmbio parece ter sido programado por um lorde inglês. Seu maior esforço é para manter as rotações do motor baixas, em busca de um rodar suave. O acelerador bem progressivo é ótimo para controlar a força no off-road, onde o Land Rover fica mais à vontade que os outros. Tanto o Discovery como o XC90 têm suspensão a ar, mas cada um se comporta de uma maneira. O Land Rover filtra melhor as irregularidades do asfalto em troca de rolagem maior da carroceria nas curvas. O escandinavo segura bem a carroceria, mas tem rodar áspero e transmite algumas imperfeições para a cabine. Suspensão pneumática no Q7? Só na versão a gasolina. Embora não pareça flutuar na estrada, o TDI vai bem com os amortecedores e molas convencionais e tem o melhor comportamento dinâmico dos três. Mas não tem a conveniência de descer o carro para carregar o porta-malas ou de levantá-lo para o off-road. Quem transmite mais refinamento é o XC90. A versão Inscription oferece revestimento de couro no painel e nas portas e apliques de madeira em diversas partes da cabine. Os bancos dianteiros possuem ajustes elétricos até para o apoio lateral. Volvo tem bancos com mais ajustes (Christian Castanho/Quatro Rodas) XC90 oferece pouco espaço na terceira fileira (Christian Castanho/Quatro Rodas) A tela, de 12,3 polegadas, da central Sensus concentra configurações do carro, comandos do ar-condicionado e funções de entretenimento. É legal, mas convenhamos: botões dedicados são mais intuitivos. O som é reproduzido por um conjunto de 19 alto-falantes da Bowers e Wilkens, com 1.400 W de potência e capaz de simular a acústica da Ópera de Gotemburgo. Coisa fina. Painel do XC90 tem couro e madeira (Christian Castanho/Quatro Rodas) Volvo tem painel digital (Christian Castanho/Quatro Rodas) Sistemas de condução semiautônoma são de série. O XC90 consegue se manter dentro das faixas e a uma distância segura do carro da frente, mas o motorista não pode tirar as mãos do volante. Faróis full led direcionais também são padrão, assim como as câmeras para visão externa em 360 graus. Sem opcionais, o XC90 Inscription custa R$ 479.950. A pegada do interior do Audi é mais mundana. Nem é pelo painel parecer um grande aparelho de ar-condicionado split, mas pelas superfícies emborrachadas, em padrão comum ao A3 Sedan, por exemplo. O couro está apenas nos bancos e em partes onde os ocupantes encostam. Painel do Q7 é tomado pelas saídas do ar-condicionado (Christian Castanho/Quatro Rodas) No Audi o couro está apenas nos bancos e em partes onde os ocupantes encostam (Christian Castanho/Quatro Rodas) Por outro lado, seu quadro de instrumentos digital exibe mais funções e pode ser personalizado, e a central multimídia MMI é comandada por touchpad com botões programáveis no console, o que desvia menos a atenção do motorista. Também tem 19 alto-falantes, mas fornecidos pela Bose e com 558 W de potência. Mostrador digital do Q7 pode ser personalizado (Christian Castanho/Quatro Rodas) Quem quiser sistemas autônomos terá de pagar R$ 13.000 pelo pacote com assistente de permanência em faixa e o piloto automático adaptativo. Câmera de visão noturna, head up display e eixo traseiro direcional entram em outro pacote, de R$ 27.000. Com mais R$ 11.000 cobrados pela terceira fileira de bancos, o Q7 de R$ 416.990 passa a custar R$ 467.990. O interior do Discovery parece realmente que foi pensado para ser prático. O tradicional couro Windsor forra as superfícies do painel e das portas na versão HSE Luxury, mas o quadro de instrumentos ainda tem mostradores analógicos e a central multimídia comandada por toques na tela é bastante funcional. O som de qualidade vem do sistema surround da Meridian com 14 alto-falantes e potência de 825 W, um opcional de R$ 5.800. Além dos sensores de estacionamento dianteiros e traseiros e da câmera de ré, apenas o piloto automático adaptativo, um opcional de R$ 5.000. Volante do Discovery chama a atenção pelo tamanho (Christian Castanho/Quatro Rodas) Discovery tem instrumentos analógicos (Christian Castanho/Quatro Rodas) A nova carroceria monobloco melhorou o aproveitamento interno do Discovery e o tornou o mais versátil. Agora o assoalho traseiro é plano e a segunda fileira de bancos corre em trilhos. A terceira fila, de R$ 6.600, fecha a lista de opcionais. Assim, a versão de R$ 429.000 vai para os R$ 455.600 da configuração avaliada. Discovery traz assoalho totalmente plano (Christian Castanho/Quatro Rodas) O acesso para a turma do fundão no Land Rover é simples: puxe uma alavanca e leve o banco para a frente. Lá os passageiros encontram assentos elevados, que dão boa visão do que se passa na frente, e com boa inclinação. E há espaço de sobra para a cabeça, além de teto solar exclusivo. Mais estreito que os outros, o Volvo não tem o melhor espaço de ombros e isso compromete o conforto na segunda fileira. O acesso para a última fileira é feito do mesmo jeito que no Discovery, mas a cabeça fica rente ao teto e o espaço para as pernas é reduzido. A grande vantagem está nas saídas de ar-condicionado exclusivas para quem viajar ali. Volvo XC90 tem espaço limitado para os ombros (Christian Castanho/Quatro Rodas) O Q7 tem a segunda fileira mais espaçosa dos três, mas o enorme túnel central, por onde passa o cardã, atrapalha tudo. O acesso à terceira fila também é ruim: usa-se as duas mãos e um pouco de força para dobrar e rebater um assento da segunda fila. Tudo isso para chegar aos bancos baixos e curtos. Ninguém raspa a cabeça, mas as pernas ficam muito flexionadas. Ao menos o rebatimento dos bancos extras do Audi é elétrico. Túnel do cardã rouba espaço dos pés no Audi Q7 (Christian Castanho/Quatro Rodas) Q7 tem o pior sistema de acesso aos bancos extras (Christian Castanho/Quatro Rodas) O Discovery, por sua vez, tem de série uma plataforma acionada eletricamente para prolongar o assoalho do porta-malas para fora e facilitar a colocação de grandes objetos. Porta-malas da Discovery tem plataforma elétrica que prolonga o assoalho (Christian Castanho/Quatro Rodas) Rebatimento elétrico da terceira fileira facilita na hora de ampliar o porta-malas (Christian Castanho/Quatro Rodas) Porta-mala do Volvo tem 1071 litros com configuração 5 lugares (Christian Castanho/Quatro Rodas) Menor, o Volvo é mais amigável no dia a dia, ainda que o eixo traseiro direcional do Q7 facilite bastante as balizas. Já o Discovery é um pouco maior do que deveria. O grande diâmetro de giro torna as manobras mais difíceis. O maior problema, porém, é sair do veículo depois de estacionar: as portas são muito largas. Dos três, o mais refinado é o Volvo. Cobra mais, porém entrega equipamentos que justificam isso e você percebe a preocupação dos suecos com comodidades que encantam. Mas não é o carro com rodar mais acertado, o interior mais amplo ou o melhor desempenho ou consumo. Menor, o Volvo leva a melhor no trânsito (Christian Castanho/Quatro Rodas) O Q7 é para quem quase nunca andará com o carro cheio e não pretende sair muito da cidade. É rápido, eficiente e bom de dirigir. Mas é o mais caro de manter: as seis primeiras revisões, que são semestrais, somam R$ 16.810, contra R$ 10.994 do Volvo e R$ 5.990 do Discovery. Q7 é fácil de manobrar: as rodas de trás esterçam (Christian Castanho/Quatro Rodas) Desta vez, quem leva a melhor é o Discovery. Faltam tecnologias de última geração, mas é equilibrado em acabamento, equipamentos e preço. É o que melhor acomoda sete pessoas e o de maior capacidade off-road. Dá a impressão de ter tudo o que você vai precisar de um carro até o resto da vida. Ou enquanto motores a combustão forem permitidos. Traseira do Discovery disfarça seu tamanho (Christian Castanho/Quatro Rodas) O Discovery entrega conforto e desempenho esperados de um carro familiar sem esquecer que é um SUV. O XC90 é mais tecnológico, mas poderia tratar os ocupantes melhor. O Audi Q7 peca na versatilidade.
Fonte:
Quatro Rodas
Veredicto
Teste
Discovery
Q7 TDI
XC90 D5
Aceleração
0 a 100 Km/h
9,0 s
6,6 s
9,1 s
0 a 1000 m
30,36 s – 172,1 Km/h
27,37 s – 189 Km/h
30,4 s – 174,9 Km/h
Velocidade máxima
209 Km/h
230 Km/h
220 Km/h
Retomadas (D)
D 40 a 80 Km/h
4 s
3,2 s
4,2 s
D 60 a 100 Km/h
4,8 s
3,7 s
5,3 s
D 80 a 120 Km/h
6,3 s
4,8 s
6,6 s
Frenagens
60/80/120 Km/h a 0
17,7/30,6/69,1 m
16,3/27,3/59,8 m
15,6/26,4/60 m
Consumo (D)
Urbano
9,9 km/l
9,9 km/l
10,4 km/l
Rodoviário
12,1 km/l
13,9 km/l
13,2 km/l
Ruído interno
Neutro/RPM máx.
41,3/67,3 dBa
40,9/66,0 dBa
46,6/69,3 dBa
80/120 Km/h
59,3/65,8 dBa
58,9/66,6 dBa
60,9/66,4 dBa
Aferição
Velocidade real a 100 Km/h
95,6 km/h
99,4 km/h
100,3 km/h
Rotação de motor a 100 Km/h em D
1.400 rpm
1.300 rpm
1.500 rpm
Volante
2,7 voltas
2,9 voltas
3 voltas
Seu bolso
Preço básico
R$ 429.000
R$ 416.990
R$ 479.950
Garantia
3 anos
2 anos
3 anos
Concessionárias
35
50
28
Revisões
R$ 5.990
R$ 16.810
R$ 10.994
Ficha técnica
LR DISCOVERY HSE LUXURY
AUDI Q7 TDI AMBITION
VOLVO X90D5 INSCRIPTION
Motor
Diesel, dianteiro, longitudinal, 6 cil., 24V, turbo, 2.993 cm³, 258 cv a 3.750 rpm, 61,2 mkgf a 1.750 rpm
diesel, dianteiro, longitudinal, 6 cil., 24V, turbo, 2.967 cm³, 258 cv a 3.250 rpm, 61,2 mkgf a 1.500 rpm
diesel, dianteiro, transversal, 4 cil., 16V, aspirado, 1.969 cm³, 235 cv a 4.000 rpm, 48,9 mkgf a 1.750 rpm
Câmbio
automático, 8 marchas, tração integral
automático, 8 marchas, tração integral
automático, 8 marchas, tração integral
Direção
elétrica, 12,3 m (diâmetro de giro)
elétrica, 11,4 m (diâmetro de giro)
elétrica, 11,8 m (diâmetro de giro)
Suspensão
duplo A (diant.), independente integral link (tras.)
independente multilink (diant.), independente multilink (tras.)
duplo A (diant.), multilink (tras.)
Freios
discos ventilados (diant. e tras.)
disco ventilado (diant. e tras.)
disco ventilado (diant.e tras.)
Pneus
255/55 R20
285/45 R20
275/45 R17
Peso
2.230 kg
2.060 kg
2.171 kg
Peso/potência
8,7 kg/cv
7,98 kg/cv
9,24 kg/cv
Peso/torque
36,4 kg/mkgf
33,7 kg/mkgf
44,4 kg/mkgf
Dimensões
comprimento, 497 cm; largura, 207,3 cm; altura, 184,6 cm; entre-eixos, 292,3 cm; porta-malas, 1.137/258 l; tanque de combustível, 85 l
comprimento, 505,2 cm; largura, 196,8 cm; altura, 174,1 cm; entre-eixos, 299,4 cm; porta-malas, 890/ 295 l; tanque de combustível, 75 l
comprimento, 495 cm; largura, 192,3 cm; altura, 177,6 cm; entre-eixos, 298,4 cm; porta-malas 1071/314 l; tanque de combustível, 71 l
Equipamentos de série
ar automático de três zonas, faróis full-led, assistente de partida em rampa, controle de tração, ESP, piloto automático, sensores de estacionamento traseiro
ar-digital de 4 zonas, faróis de xenônio, controle de tração, ESP, bancos de couro, teto solar elétrico, piloto automático adaptativo, freio de estacionamento elétrico
ar digital com 4 zonas, teto solar elétrico, faróis full-led, alerta de colisão frontal, ESP, piloto automático, piloto automático adaptativo, câmera de ré, bancos de couro napa
Comparativo: Audi Q7 x Volvo XC90 x Land Rover Discovery
Mais Novidades
Renault Mégane R.S. é o hot hatch que sonhamos ver no Brasil
Equipado com motor de Alpine A110, o Mégane R.S. tem 280 cv (Renault/Divulgação)
Franceses dominam a arte de fazer bons hatches esportivos. E a nova geração do Mégane R.S. foi apresentada no Salão de Frankfurt apenas para provar isso.
Como em todo bom esportivo, o hatch vem com uma motorização de respeito. Trata-se de um 1.8 com quatro cilindros em linha e turbocompressor vindo do Alpine A110, a reencarnação do clássico esportivo...
Leia mais
Porsche exibe 911 GT3 Touring e confirma novo Cayenne no Brasil
O GT3 Touring Package perde equipamentos mas tem apenas câmbio manual (Ulisses Cavalcante/Quatro Rodas)
A Porsche resolveu agradar seus clientes mais puristas e apresentou no Salão de Frankfurt o 911 GT3 Touring Package. Em resumo, é um 911 GT3 (historicamente a versão do 911 mais próxima de um carro de corrida) com câmbio manual de seis marchas, tração traseira, motor aspirado e sem aerofólio traseiro.
O nome Touring Package (TP)...
Leia mais
Mercedes-AMG Project ONE: motor de F-1 e 1006 cv livres nas ruas
Hiperesportivo tem motor V6 1.6 da Formula 1 (Ulisses Cavalcante/Quatro Rodas)
Foi com a intenção de dar a sensação de pilotar um carro de corrida que surgiram clássicos como a Ferrari F40 e o McLaren F1. Esta também é a proposta por trás do Mercedes-AMG Project ONE, um hiperesportivo com motor da F-1 e mais quatro motores elétricos que, juntos, geram mais de 1000 cv.
O Project ONE ainda está na fase de conceito e marca os 50 anos...
Leia mais
Renault Kwid reservado agora pode ficar para depois do Carnaval
Quem comprar Kwid a partir de agora deve receber o carro só a partir de dezembro (Christian Castanho/Quatro Rodas)
Desde meados de julho os interessados em comprar o Renault Kwid devem, antes de mais nada, fazer reserva online e pagar um sinal de R$ 1 mil. Mas quem fizer o pedido a partir deste mês de setembro corre o risco de só receber o compacto no final de fevereiro, depois do carnaval.
Para esta nova fase, a Renault diz ter...
Leia mais
Programado para 2020, Volkswagen ID Crozz ganha segunda versão
Modele elétrico chega a partir de 2020 (Divulgação/Volkswagen)
Na véspera da abertura do Salão de Frankfurt à imprensa, a Volkswagen revelou uma atualização de design do conceito ID Crozz. A produção do crossover elétrico começará em 2020.
Em relação à primeira versão do conceito apresentada em abril, o Crozz teve atualização nos faróis, agora interligados por uma linha de LEDs que corta o logo da VW na dianteira.
...
Leia mais
Segredo: Chevrolet Spin terá visual parecido com o do Cobalt
Dianteira será parecida com a do Cobalt (Du Oliveira/Quatro Rodas)
No início do mês, a GM anunciou investimentos de R$ 1,4 bilhão para modernizar a fábrica de Gravataí (RS) e desenvolver novos carros.
Segundo apuramos, esses novos modelos são nove modelos: dois hatches, dois sedãs, um SUV, uma picape, um crossover e duas minivans (5 e 7 lugares). Serão os frutos da nova plataforma GEM (Global Emerging Markets), para mercados...
Leia mais