Novidades

15 DEZ
Comparativo: Audi Q7 x Volvo XC90 x Land Rover Discovery

Comparativo: Audi Q7 x Volvo XC90 x Land Rover Discovery

XC90 (esquerda), Discovery e Q7: o Land Rover não esconde ser o maior dos três

XC90 (esquerda), Discovery e Q7: o Land Rover não esconde ser o maior dos três (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Motores a gasolina são potentes, mas o consumo comedido e a força disponível desde baixas rotações ajudam a popularizar os motores turbodiesel entre os SUVs de luxo. Os três modelos são ótimos exemplos disso.

Com mais de 2 toneladas e comprimento ao redor dos 5 metros, Volvo XC90, Land Rover Discovery e Audi Q7 possuem sete lugares, distribuídos em três fileiras de assentos.

Prometem invariavelmente conforto para grandes famílias e grande autonomia em viagens. Mas na facilidade de uso, no consumo e no desempenho eles se diferem bastante.

Há outras opções no segmento. A BMW não disponibilizou o X5, mas foi a idade do projeto que deixou o Mercedes GLS de fora: na prática, é o Classe GL de 2007 após duas reestilizações. Uma nova geração será lançada em menos de um ano. 

Apesar de oferecer opção de motor diesel no Brasil há mais de 20 anos, o Discovery não entraria neste comparativo em outros tempos: viajar nos bancos extras era quase um pesadelo. Hoje, é o único Land Rover capaz de levar sete adultos.

O tradicional couro Windsor forra o interior do Discovery

O tradicional couro Windsor forra o interior do Discovery (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Discovery tem bons bancos e espaço na última fila

Discovery tem bons bancos e espaço na última fila (Christian Castanho/Quatro Rodas)

O Q7 TDI é o primeiro Audi a diesel no Brasil. Seu V6 3.0 turbo entrega 258 cv e 61,2 mkgf de torque. O V6 3.0 do Discovery gera mesma potência e torque, mas a força máxima aparece em rotações mais altas. Ambos têm câmbio automático de oito marchas da alemã ZF. 

O Volvo XC90 é adepto da tendência de motores menores. Usa um quatro cilindros 2.0 biturbo com tecnologia que libera ar comprimido para movimentar os turbocompressores em baixas rotações, o que ameniza o turbo lag.

Esse empenho rende 235 cv e 48,9 mkgf de torque. O câmbio automático também é de oito marchas, mas feito pela japonesa Aisin. Trocas sequenciais são pela alavanca: não há borboletas atrás do volante para trocas sequenciais.

O motor revela bem sua força, mas falta um pouco de vigor em retomadas – e nem o modo de condução Dynamic contorna isso.

Troca de marcha sequenciais s

Troca de marcha sequenciais só podem ser feitas pela alavanca (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Câmbio do Audi é automático

Câmbio do Audi é automático (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Assim como o Q7, SUV da Land Rover também tem câmbio automático

Assim como o Q7, SUV da Land Rover também tem câmbio automático (Christian Castanho/Quatro Rodas)

A pegada eficiente do SUV sueco tem algum efeito: é o mais econômico dos três em regime urbano, com média de 10,4 km/l. Na estrada, porém, o Q7 bebe menos, 13,2 km/l.

Mas a personalidade do Audi é completamente diferente: cravou 6,6s no nosso teste de 0 a 100 km/h – os outros ficaram na casa dos 9 s. Se ficar difícil controlar a verve esportiva, basta usar o modo de condução efficiency como precaução. Vai que algum dos passageiros enjoa…

O Discovery é um pouco mais rápido que o Volvo e retoma melhor, mas o câmbio parece ter sido programado por um lorde inglês. Seu maior esforço é para manter as rotações do motor baixas, em busca de um rodar suave.

O acelerador bem progressivo é ótimo para controlar a força no off-road, onde o Land Rover fica mais à vontade que os outros.

Tanto o Discovery como o XC90 têm suspensão a ar, mas cada um se comporta de uma maneira. O Land Rover filtra melhor as irregularidades do asfalto em troca de rolagem maior da carroceria nas curvas.

O escandinavo segura bem a carroceria, mas tem rodar áspero e transmite algumas imperfeições para a cabine.

Suspensão pneumática no Q7? Só na versão a gasolina. Embora não pareça flutuar na estrada, o TDI vai bem com os amortecedores e molas convencionais e tem o melhor comportamento dinâmico dos três.

Mas não tem a conveniência de descer o carro para carregar o porta-malas ou de levantá-lo para o off-road.

Quem transmite mais refinamento é o XC90. A versão Inscription oferece revestimento de couro no painel e nas portas e apliques de madeira em diversas partes da cabine. Os bancos dianteiros possuem ajustes elétricos até para o apoio lateral.

Volvo tem bancos com mais ajustes

Volvo tem bancos com mais ajustes (Christian Castanho/Quatro Rodas)

XC90 oferece pouco espaço na terceira fileira

XC90 oferece pouco espaço na terceira fileira (Christian Castanho/Quatro Rodas)

A tela, de 12,3 polegadas, da central Sensus concentra configurações do carro, comandos do ar-condicionado e funções de entretenimento. É legal, mas convenhamos: botões dedicados são mais intuitivos.

O som é reproduzido por um conjunto de 19 alto-falantes da Bowers e Wilkens, com 1.400 W de potência e capaz de simular a acústica da Ópera de Gotemburgo. Coisa fina.

Painel do XC90 tem couro e madeira

Painel do XC90 tem couro e madeira (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Volvo tem painel digital

Volvo tem painel digital (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Sistemas de condução semiautônoma são de série. O XC90 consegue se manter dentro das faixas e a uma distância segura do carro da frente, mas o motorista não pode tirar as mãos do volante.

Faróis full led direcionais também são padrão, assim como as câmeras para visão externa em 360 graus. Sem opcionais, o XC90 Inscription custa R$ 479.950.

A pegada do interior do Audi é mais mundana. Nem é pelo painel parecer um grande aparelho de ar-condicionado split, mas pelas superfícies emborrachadas, em padrão comum ao A3 Sedan, por exemplo.

O couro está apenas nos bancos e em partes onde os ocupantes encostam.

Painel do Q7 é tomado pelas saídas do ar-condicionado

Painel do Q7 é tomado pelas saídas do ar-condicionado (Christian Castanho/Quatro Rodas)

No Audi o couro está apenas nos bancos e em partes onde os ocupantes encostam

No Audi o couro está apenas nos bancos e em partes onde os ocupantes encostam (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Por outro lado, seu quadro de instrumentos digital exibe mais funções e pode ser personalizado, e a central multimídia MMI é comandada por touchpad com botões programáveis no console, o que desvia menos a atenção do motorista.

Também tem 19 alto-falantes, mas fornecidos pela Bose e com 558 W de potência.

Mostrador digital do Q7 pode ser personalizado

Mostrador digital do Q7 pode ser personalizado (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Quem quiser sistemas autônomos terá de pagar R$ 13.000 pelo pacote com assistente de permanência em faixa e o piloto automático adaptativo.

Câmera de visão noturna, head up display e eixo traseiro direcional entram em outro pacote, de R$ 27.000. Com mais R$ 11.000 cobrados pela terceira fileira de bancos, o Q7 de R$ 416.990 passa a custar R$ 467.990.

O interior do Discovery parece  realmente que foi pensado para ser prático. O tradicional couro Windsor forra as superfícies do painel e das portas na versão HSE Luxury, mas o quadro de instrumentos ainda tem mostradores analógicos e a central multimídia comandada por toques na tela é bastante funcional.

O som de qualidade vem do sistema surround da Meridian com 14 alto-falantes e potência de 825 W, um opcional de R$ 5.800. Além dos sensores de estacionamento dianteiros e traseiros e da câmera de ré, apenas o piloto automático adaptativo, um opcional de R$ 5.000.

Volante do Discovery chama a atenção pelo tamanho

Volante do Discovery chama a atenção pelo tamanho (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Discovery tem instrumentos analógicos

Discovery tem instrumentos analógicos (Christian Castanho/Quatro Rodas)

A nova carroceria monobloco melhorou o aproveitamento interno do Discovery e o tornou o mais versátil. Agora o assoalho traseiro é plano e a segunda fileira de bancos corre em trilhos.

A terceira fila, de R$ 6.600, fecha a lista de opcionais. Assim, a versão de R$ 429.000 vai para os R$ 455.600 da configuração avaliada.

Discovery traz assoalho totalmente plano

Discovery traz assoalho totalmente plano (Christian Castanho/Quatro Rodas)

O acesso para a turma do fundão no Land Rover é simples: puxe uma alavanca e leve o banco para a frente. Lá os passageiros encontram assentos elevados, que dão boa visão do que se passa na frente, e com boa inclinação.

E há espaço de sobra para a cabeça, além de teto solar exclusivo. 

Mais estreito que os outros, o Volvo não tem o melhor espaço de ombros e isso compromete o conforto na segunda fileira. O acesso para a última fileira é feito do mesmo jeito que no Discovery, mas a cabeça fica rente ao teto e o espaço para as pernas é reduzido. A grande vantagem está nas saídas de ar-condicionado exclusivas para quem viajar ali. 

Volvo XC90 tem espaço limitado para os ombros

Volvo XC90 tem espaço limitado para os ombros (Christian Castanho/Quatro Rodas)

O Q7 tem a segunda fileira mais espaçosa dos três, mas o enorme túnel central, por onde passa o cardã, atrapalha tudo. O acesso à terceira fila também é ruim: usa-se as duas mãos e um pouco de força para dobrar e rebater um assento da segunda fila.

Tudo isso para chegar aos bancos baixos e curtos. Ninguém raspa a cabeça, mas as pernas ficam muito flexionadas. Ao menos o rebatimento dos bancos extras do Audi é elétrico.

Túnel do cardã rouba espaço dos pés no Audi Q7

Túnel do cardã rouba espaço dos pés no Audi Q7 (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Q7 tem o pior sistema de acesso aos bancos extras

Q7 tem o pior sistema de acesso aos bancos extras (Christian Castanho/Quatro Rodas)

O Discovery, por sua vez, tem de série uma plataforma acionada eletricamente para prolongar o assoalho do porta-malas para fora e facilitar a colocação de grandes objetos. 

Porta-malas da Discovery tem plataforma elétrica que prolonga o assoalho

Porta-malas da Discovery tem plataforma elétrica que prolonga o assoalho (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Rebatimento elétrico da terceira fileira facilita na hora de ampliar o porta-malas

Rebatimento elétrico da terceira fileira facilita na hora de ampliar o porta-malas (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Porta-mala do Volvo tem 1071 litros com configuração 5 lugares

Porta-mala do Volvo tem 1071 litros com configuração 5 lugares (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Menor, o Volvo é mais amigável no dia a dia, ainda que o eixo traseiro direcional do Q7 facilite bastante as balizas. Já o Discovery é um pouco maior do que deveria.

O grande diâmetro de giro torna as manobras mais difíceis. O maior problema, porém, é sair do veículo depois de estacionar: as portas são muito largas. 

Dos três, o mais refinado é o Volvo. Cobra mais, porém entrega equipamentos que justificam isso e você percebe a preocupação dos suecos com comodidades que encantam.

Mas não é o carro com rodar mais acertado, o interior mais amplo ou o melhor desempenho ou consumo.   

Menor, o Volvo leva a melhor no trânsito

Menor, o Volvo leva a melhor no trânsito (Christian Castanho/Quatro Rodas)

O Q7 é para quem quase nunca andará com o carro cheio e não pretende sair muito da cidade. É rápido, eficiente e bom de dirigir. Mas é o mais caro de manter: as seis primeiras revisões, que são semestrais, somam R$ 16.810, contra R$ 10.994 do Volvo e R$ 5.990 do Discovery.

Q7 é fácil de manobrar: as rodas de trás esterçam

Q7 é fácil de manobrar: as rodas de trás esterçam (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Desta vez, quem leva a melhor é o Discovery. Faltam tecnologias de última geração, mas é equilibrado em acabamento, equipamentos e preço. É o que melhor acomoda sete pessoas e o de maior capacidade off-road.

Dá a impressão de ter tudo o que você vai precisar de um carro até o resto da vida. Ou enquanto motores a combustão forem permitidos.  

Traseira do Discovery disfarça seu tamanho

Traseira do Discovery disfarça seu tamanho (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Veredicto

O Discovery entrega conforto e desempenho esperados de um carro familiar sem esquecer que é um SUV. O XC90 é mais tecnológico, mas poderia tratar os ocupantes melhor. O Audi Q7 peca na versatilidade.

Teste

Discovery Q7 TDI XC90 D5
Aceleração
0 a 100 Km/h 9,0 s 6,6 s 9,1 s
0 a 1000 m 30,36 s – 172,1 Km/h 27,37 s – 189 Km/h 30,4 s – 174,9 Km/h
Velocidade máxima  209 Km/h 230 Km/h 220 Km/h
Retomadas (D)
D 40 a 80 Km/h 4 s 3,2 s 4,2 s
D 60 a 100 Km/h 4,8 s 3,7 s 5,3 s
D 80 a 120 Km/h 6,3 s 4,8 s 6,6 s
Frenagens
60/80/120 Km/h a 0 17,7/30,6/69,1 m 16,3/27,3/59,8 m 15,6/26,4/60 m
Consumo (D)
Urbano 9,9 km/l 9,9 km/l 10,4 km/l
Rodoviário 12,1 km/l 13,9 km/l 13,2 km/l
Ruído interno
Neutro/RPM máx. 41,3/67,3 dBa 40,9/66,0 dBa 46,6/69,3 dBa
80/120 Km/h 59,3/65,8 dBa 58,9/66,6 dBa 60,9/66,4 dBa
Aferição
Velocidade real a 100 Km/h 95,6 km/h 99,4 km/h 100,3 km/h
Rotação de motor a 100 Km/h em D 1.400 rpm 1.300 rpm 1.500 rpm
Volante 2,7 voltas 2,9 voltas 3 voltas
Seu bolso
Preço básico R$ 429.000 R$ 416.990 R$ 479.950
Garantia 3 anos 2 anos 3 anos
Concessionárias 35 50 28
Revisões R$ 5.990 R$ 16.810 R$ 10.994

Ficha técnica

LR DISCOVERY HSE LUXURY AUDI Q7 TDI AMBITION VOLVO X90D5 INSCRIPTION
Motor Diesel, dianteiro, longitudinal, 6 cil.,  24V, turbo, 2.993 cm³, 258 cv a 3.750 rpm, 61,2 mkgf a 1.750 rpm diesel, dianteiro, longitudinal, 6 cil., 24V, turbo, 2.967 cm³, 258 cv a 3.250 rpm, 61,2 mkgf a 1.500 rpm diesel, dianteiro, transversal, 4 cil., 16V, aspirado, 1.969 cm³, 235 cv a 4.000 rpm, 48,9 mkgf a 1.750 rpm
Câmbio automático, 8 marchas, tração integral automático, 8 marchas, tração integral automático, 8 marchas, tração integral
Direção elétrica, 12,3 m (diâmetro de giro) elétrica, 11,4 m (diâmetro de giro) elétrica, 11,8 m (diâmetro de giro) 
Suspensão duplo A (diant.),  independente integral link (tras.)  independente multilink (diant.), independente multilink (tras.) duplo A (diant.), multilink (tras.)
Freios discos ventilados (diant. e tras.) disco ventilado (diant. e tras.) disco ventilado (diant.e tras.)
Pneus 255/55 R20 285/45 R20 275/45 R17
Peso 2.230 kg 2.060 kg 2.171 kg 
Peso/potência 8,7 kg/cv 7,98 kg/cv 9,24 kg/cv 
Peso/torque 36,4 kg/mkgf 33,7 kg/mkgf 44,4 kg/mkgf 
Dimensões comprimento, 497 cm; largura, 207,3 cm; altura, 184,6 cm; entre-eixos, 292,3  cm; porta-malas, 1.137/258 l; tanque de combustível, 85 l comprimento, 505,2 cm; largura, 196,8 cm; altura, 174,1 cm; entre-eixos, 299,4 cm; porta-malas, 890/ 295 l; tanque de combustível, 75 l comprimento, 495 cm; largura, 192,3 cm; altura, 177,6 cm; entre-eixos, 298,4 cm; porta-malas 1071/314 l; tanque de combustível, 71 l 
Equipamentos de série ar automático de três zonas, faróis full-led, assistente de partida em rampa, controle de tração, ESP, piloto automático, sensores de estacionamento traseiro ar-digital de 4 zonas, faróis de xenônio, controle de tração, ESP, bancos de couro, teto solar elétrico, piloto automático adaptativo, freio de estacionamento elétrico ar digital com 4 zonas, teto solar elétrico, faróis full-led, alerta de colisão frontal, ESP, piloto automático, piloto automático adaptativo, câmera de ré, bancos de couro napa

 

Fonte: Quatro Rodas

Mais Novidades

29 AGO
Festival Duas Rodas: veja motos que serão lançadas

Festival Duas Rodas: veja motos que serão lançadas

O Festival Duas Rodas começa nesta quinta-feira (29), no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, e vai até o próximo domingo (1º). Como uma alternativa ao tradicional Salão Duas Rodas, que será em novembro, o evento terá lançamentos de Ducati, Kawasaki, Dafra e Harley-Davidson. Motos 2019: veja 20 modelos esperados até o fim do ano Além disso, modelos revelados recentemente, como BMW R 1250 GS, Yamaha YZF-R3, Honda Africa Twin e Triumph Scrambler 1200 estarão expostos... Leia mais
28 AGO
Fiat encerrará a produção do Tipo… mais uma vez

Fiat encerrará a produção do Tipo… mais uma vez

Fiat Tipo Sport, lançado este ano, pode ser uma das últimas versões do modelo (Divulgação/Fiat)Carros grandes não terão espaço no futuro da Fiat. Isso, pelo menos, na Europa.Os planos estratégicos da Fiat para os próximos anos são baseados em criar uma nova geração do 500, novos modelos derivados do compacto e ainda uma nova geração do Panda.Fiat Tipo em sua versão perua (Divulgação/Fiat)Em entrevista a Autocar, o CEO da Fiat, Olivier François, disse que a Fiat não terá... Leia mais
28 AGO
Melhor Compra: vale a pena comprar um Caoa Chery?

Melhor Compra: vale a pena comprar um Caoa Chery?

Depois que a Chery se associou à CAOA, em novembro de 2017, a marca que passou a se chamar CAOA Chery e entrou em evidência no mercado.A Chery estava no Brasil desde 2009, como importadora, e a partir de 2014, como fabricante, mas sempre teve presença discreta.Tiggo 5x: foi o terceiro no comparativo entre doze SUVs compactos. (Fernando Pires/Quatro Rodas)Em janeiro de 2019, a CAOA Chery divulgou o balanço do primeiro ano de atividade da nova marca anunciando 131,6% de crescimento.No... Leia mais
28 AGO
Prefeitura de SP apaga ciclovias para reforma e ciclistas criticam falta de aviso prévio e sinalização

Prefeitura de SP apaga ciclovias para reforma e ciclistas criticam falta de aviso prévio e sinalização

A Prefeitura de São Paulo apagou ao menos 7 ciclovias nos últimos dias e ciclistas denunciaram a prática nas redes sociais. Nesta quarta-feira (28), a gestão Bruno Covas (PSDB) informou que os trechos passam por requalificação e nenhum deles vai desaparecer. Neste ano, em seu anúncio do Plano de Metas para o biênio 2019/2020, o prefeito anunciou que implantaria 173 km de malha cicloviária (totalizando 676 km de ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas) e que reformaria 310 km... Leia mais
28 AGO
Carros fraudados pela VW viram febre no mercado de usados dos EUA

Carros fraudados pela VW viram febre no mercado de usados dos EUA

Um dos pátios em que são armazenados os veículos recomprados pela Volkswagen após o dieselgate (Lucy Nicholson/Reuters/Reprodução)Pouco antes do escândalo do Dieselgate nos Estados Unidos, a Volkswagen buscava entrar no mercado norte-americano de veículos a diesel.As propagandas prometiam motores “diesel realmente limpos”. Depois descobriu-se que elas ludibriavam quem buscava durabilidade e eficiência nos Volkswagen, uma das poucas marcas com sedãs e peruas a diesel com preço... Leia mais
28 AGO
Desembargador suspende resolução que desobrigou simulador de direção nos CFCs no RS

Desembargador suspende resolução que desobrigou simulador de direção nos CFCs no RS

Por decisão liminar, a obrigatoriedade de realizar aulas em simulador veicular para obter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) foi mantida para a maioria dos Centros de Formação de Condutores (CFCs) do RS. O despacho é do desembargador Rogério Favreto, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), com sede em Porto Alegre, publicado na última segunda-feira (26). A decisão vem de um recurso, movido pelo Sindicato dos Centros de Formação de Condutores do Estado... Leia mais