Mudanças no interior do Ka giram em torno da central Sync 3 (Henrique Rodriguez/Quatro Rodas) Centrais multimídia se tornaram fundamentais até mesmo em carros de entrada. Depois de EcoSport e Fiesta, a Ford se apressa para passar a oferecer o equipamento também no Ka, como revela o flagra acima. Apesar da camuflagem, carro de teste ainda não tinha mudanças no design (Henrique Rodriguez/Quatro Rodas) De quebra, o compacto ainda ganhará um tapa no visual e câmbio automático. A adoção do sistema de som com tela sensível ao toque implicou em mudança completa do console central do compacto. Mas o painel, aparentemente, ficará intacto. O local da tela ainda não tinha acabamento definitivo no carro flagrado, mas já é possível comemorar: as dezenas de botões que ocupavam o local deram lugar a apenas cinco, ladeados por dois seletores giratórios – além dos botões de travamento das portas e do acionador do pisca-alerta imediatamente abaixo. Central Sync 3 terá tela de 6,5? e menos botões (Henrique Rodriguez/Quatro Rodas) Quem ganha destaque é a tela de 6,5 polegadas saltada do painel. Ela responde pelo Sync de terceira geração, compatível com Android Auto e Apple Carplay, e que também aceita comandos de voz. É o mesmo equipamento presente nos demais modelos da Ford, muito mais intuitivo do que o Sync antigo. Unidade flagrada mantinha câmbio manual de cinco marchas (Henrique Rodriguez/Quatro Rodas) A disposição é diferente da adotada em Fiesta e EcoSport e não há leitor de CDs. Mas nota-se a presença de duas portas USB próximo ao câmbio, em vez de ter um USB e uma entrada auxiliar de som. Mas não dá para esperar a telinha interativa em todas as versões: mesmo no Fiesta a central multimídia só está presente a partir das versões intermediárias. Sedã terá lanternas maiores, que avançam a tampa do porta-malas (Henrique Rodriguez/Quatro Rodas) Outra novidade para o andar de cima do Ford Ka estará no conjunto mecânico. De acordo com fontes internas, o motor 1.5 16V Sigma de 110 cv e 14,9 mkgf será substituído pelo 1.5 TiVCT três cilindros inaugurado pelo EcoSport. Mudanças marcarão a estreia da linha 2019 do Ka (Du Oliveira/Quatro Rodas) No SUV ele rende 137 cv e 16,2 mkgf, mas pode chegar mais manso no Ka. O que importa é que ele estará acompanhado do câmbio automático 6F15, com seis marchas. É um outro ajuste aos novos tempos: compactos com câmbio automático também são cada vez mais requisitados. Estas novidades serão acompanhadas da primeira reestilização do Ford Ka. Mudanças mais significativas serão realizadas nos para-choques, nos faróis e nas lanternas. Na traseira, lanternas e para-choque devem ter design próprio (Du Oliveira/Quatro Rodas) Na dianteira as mudanças estarão na grade, abertura inferior e posicionamento de faróis auxiliares. Ainda na parte frontal, os faróis ganham novos contornos, ficando mais afilados, e novos refletores internos – inspirados nos faróis do sedã Fusion. Na traseira, as alterações devem se concentrar no design do próprio para-choque e das lanternas. No Ka Sedan, as lanternas passarão a invadir a tampa da mala e serão unidas por uma barra cromada. Facelift contempla as versões hatch e sedã, cada uma com seu visual próprio (Du Oliveira/Quatro Rodas) Gostou? Então espere pacientemente. Todas estas novidades estrearão junto da linha 2019 do Ka, no início do segundo semestre de 2018.
Fonte:
Quatro Rodas
Tapa na cara
Flagramos o novo Ford Ka com central multimídia Sync 3
Mais Novidades
Lançar um modelo só na versão mais cara também tem seus riscos
Equinox estreou na versão topo de linha Premier (Christian Castanho/Quatro Rodas)
Na vida, aprendemos desde cedo que devemos começar por baixo para evoluirmos com o tempo. Na indústria automobilística, porém, essa regra é desrespeitada. Cada vez mais modelos estreiam só na versão cara e, tempos depois, ganham configurações mais baratas.
O Kicks é um bom exemplo. Chegou em julho de 2016 na versão top, SL, seis meses mais tarde, em...
Leia mais
Grandes Brasileiros: GT Malzoni
Foram produzidas menos de 50 unidades no final dos anos 1970 (Christian Castanho/Quatro Rodas)
Criar um carro faz parte do sonho de boa parte dos meninos. Mas, daí para a realidade, as chances são quase as mesmas de se tornar um super-herói.
Já para o universitário Francisco “Kiko” Malzoni, que intercalava os estudos na faculdade de economia com modificações nos carros que dirigia, a empreitada não exigiria superpoderes. E...
Leia mais
Por que alguns carros só ligam com a embreagem pressionada?
Exigência de alguns carros não tem a ver com durabilidade do motor de partida (Divulgação/Honda)
Em alguns carros não basta girar a chave para acordar o motor. O motorista precisa apertar a embreagem para então acionar a partida. Mas por que isso é necessário?
Para descobrir a razão, perguntamos para Ford e Hyundai – ambas fabricantes que exigem o procedimento em seus carros equipados com câmbio manual. Não são as únicas,...
Leia mais
Guia de usados: Volkswagen CrossFox
No facelift de 2010, hatch perdeu quebra-mato e faróis de milha (Marco de Bari/Quatro Rodas)
Idealizado como carro-conceito, o CrossFox foi uma das maiores atrações do Salão do Automóvel de 2004. A versão aventureira do Fox conquistou o público com uma suspensão 31 mm mais alta, rodas de 15 polegadas, pneus 206/60, faróis de milha, faróis de neblina, quebra-mato, estribos, barras no teto e o polêmico estepe pendurado na...
Leia mais
Dez veículos marcados pelo trabalho que exerceram
Dobradinha inglesa
Ônibus de dois andares (Divulgação/Internet)
Os ônibus de dois andares vermelhos são a cara de Londres. É fruto do trabalho duro do Routemaster, fabricado pela Associated Equipment Company (1954 a 1968). Sobreviveu nas ruas até 2012, ano em que a cidade sediou os Jogos Olímpicos.
Alistamento militar
Jeep Willys (Divulgação/Internet)
O Jeep fez sua fama nas Força Armadas americanas na Segunda...
Leia mais
70% dos brasileiros não comparece aos recalls das marcas
Maioria da população não comparece aos recalls (Divulgação/Audi)
Sete em cada dez carros que circulam nas ruas não atendem aos recalls das montadoras. Como mais de 90% desses chamamentos são realizados para reparos em itens de segurança, significa que uma quantidade expressiva da frota roda com equipamentos suscetíveis a falhas.
O dado é do Ministério da Justiça: o índice de adesões a convocações é de cerca de 28%.
“O...
Leia mais