Novidades

10 NOV
Longa Duração: Fiat Argo é elogiado por conforto após viagem

Longa Duração: Fiat Argo é elogiado por conforto após viagem

Após a primeira revisão, o Argo viajou para o Rio de Janeiro (Henrique Rodriguez/Quatro Rodas)

Ao sair para curtir férias, o piloto de testes Eduardo Campilongo levou o Argo. “Por se tratar do menor carro da frota atual, logo pensei que a família reclamaria do aperto nos deslocamentos. Que bom que estava completamente enganado”, conta Edu.

Mesmo com cinco adultos a bordo e muito entra e sai por conta das paradas de um ou dois dias em cada uma das cinco cidades visitadas, o hatch foi elogiado.

“É bem verdade que três pessoas tinham baixa estatura, mas ninguém reclamou de desconforto. Pelo contrário. O que mais ouvi foram elogios. E também adoraram a calibragem macia da suspensão”, diz.

Ao volante, porém, o piloto comenta ter sentido claramente os efeitos da rodagem com o peso: “O motor 1.3 é bom, mas não faz milagre. Ladeiras longas pediam sempre a redução de uma ou duas marchas. Porém, o ponto que  mais chamou negativamente a atenção foram os freios. Com o carro pesado, eles passam a sensação de subdimensionamento”.

Argo passou pela primeira revisão no Longa Duração (Leo Sposito/Quatro Rodas)

Nosso piloto de testes fez uma breve pausa nas férias por um bom motivo: ao chegar aos 10.000 km, o Argo de Longa Duração fez sua estreia na rede Fiat.

A primeira revisão ficou a cargo da Buono, em Cruzeiro (SP). Acostumado a levar os carros de Longa para as revisões, Edu faz uma observação inusitada.

“Quase que invariavelmente, o serviço das autorizadas fora dos grandes centros urbanos é ótimo. Até a cordialidade parece mais natural e espontânea “.

Foi assim com o Argo: do agendamento à retirada, tudo correu sem problema, inclusive com desconto sobre o valor sugerido pela Fiat: de R$ 260 saiu por R$ 250.

De volta a São Paulo, na oficina Fukuda Motorcenter, nosso consultor, Fabio Fukuda, ratificou a eficiência da Buono: “Filtros de ar e óleo trocados e lubrificante novo e no nível correto. E um fato raro: o rodízio de pneus também foi feito corretamente”.

Recém-revisado, o Argo voltou para a estrada, dessa vez com o repórter Henrique Rodriguez, que foi até o Rio de Janeiro. “O sistema de som é ótimo, parece de um carro de segmento superior. Mas não gostei dos porta-copos. Muito rasos, deixam uma simples garrafa d’água tombar nas curvas”, disse.

ARGO – 10.414 km

Consumo

  • No mês: 13,3 km/l com 24,8% de rodagem na cidade
  • Desde set/17: 13,1 km/l com 26,9% de rodagem na cidade
  • Combustível: flex (gasolina)

Gastos no mês

  • Combustível: R$ 1.655
  • Revisão: R$ 250
  • Alinhamento: R$ 90

Ficha técnica

  • Versão: Drive 1.3 8V
  • Motor: 4 cilindros, dianteiro, transv., 1.332 cm3, 8V, 108/101 cv a 6.000/6.250 rpm, 14,2/13,17 mkgf a 3.500 rpm
  • Câmbio: manual, 5 marchas
  • Combustível: flex (gasolina)
  • Seguro: R$ 3.568 (perfil QUATRO RODAS)

Fonte: Quatro Rodas

Mais Novidades

18 JUN

Teste: Renault Kwid Life, o mais barato de todos

Mesmo sem rádio, versão Life tem antena e até dois alto-falantes (Leo Sposito/Quatro Rodas)O desenho das calotas aro 14 entrega: este é o Renault Kwid Life, a tal versão básica de R$ 32.490. Se tivesse sido lançada há dez anos, ela nem sequer teria calotas, para-choques pintados e as rodas seriam de 13 polegadas, com pneus mais baratos. Mas são outros tempos.As calotas aro 14 são exclusivas (Leo Sposito/Quatro Rodas)A Renault foi esperta. Preferiu não mudar o design do Kwid, seu... Leia mais
18 JUN

Motorista que atropelou e matou em SP paga fiança de R$ 4,7 mil e responde a processo em liberdade

A motorista Claudia Lemes de Souza, 45 anos, que atropelou quatro pessoas e matou duas delas no dia 24 de maio, na Avenida Heitor Antônio Eiras Garcia, na Zona Oeste de São Paulo, pagou fiança de R$ 4.770 para responder ao processo em liberdade e teve a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) retida. O caso está em segredo de Justiça. Na última semana, outros dois casos de atropelamento com morte aconteceram na cidade, e os motoristam estavam embriagados, de acordo com a polícia. ... Leia mais
18 JUN

Delegado do DF liberou motorista embrigado que atropelou ciclista um mês após novas regras da Lei Seca

A Polícia Civil do Distrito Federal desconsiderou as novas regras da Lei Seca um mês após a norma começar a valer, com mais rigor para o motorista que provocar acidentes com vítimas. Um jovem de 21 anos que estava embrigado atropelou um ciclista no dia 19 de maio e foi indiciado por um artigo do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) que sequer faz referência a lesões corporais. Levantamento do G1 mostra que punições mais severas não impediram motoristas de misturar álcool e... Leia mais
18 JUN

Família cobra cumprimento da Lei Seca a motorista solto no mesmo dia em que matou universitário atropelado em MT

O motorista que atropelou e matou o universitário Marcos Dourado, de 29 anos, no dia 7 de maio, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, está solto. A vítima estava em uma motocicleta e morreu no local do acidente. Daniel de Deus Pereira, de 33 anos, que dirigia uma caminhonete, foi preso no mesmo dia do acidente depois de ter fugido e teve a liberdade concedida pela Justiça, também no mesmo dia, porque não havia espaço no sistema prisional. Autuações pela Lei... Leia mais
18 JUN

Brasil é um dos poucos países com tolerância zero para álcool e direção

A “Lei Seca” brasileira, que tem tolerância zero para concentração de álcool no sangue de qualquer motorista, está entre as mais rígidas no mundo, ao lado de países, como Hungria, Romênia, Eslováquia, República Tcheca, Marrocos, Paraguai e Uruguai – sem contar os países que baniram o álcool por motivos religiosos. Essa regra é mais exigente que a recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) de limites menores que 0,5 g/L no sangue para motoristas em geral e... Leia mais
18 JUN

Lei Seca ficou mais rígida nos últimos anos; veja o que pode e o que não pode

Antes mesmo do novo Código de Trânsito Brasileiro (CTB), de 1997, a legislação já proibia dirigir depois de beber álcool, embora a fiscalização fosse frágil e sem métodos de comprovação. Em 1997, essa história mudou, mas foi só em 2008 que entrou em vigor a chamada “Lei Seca”, que reduziu a tolerância para a quantidade de álcool no organismo. Desde então, mais de 1,7 milhão de autuações foram feitas no país, segundo um levantamento do G1. No entanto, essa lei... Leia mais