– (Divulgação/Volkswagen) O estepe na traseira era a saída para liberar espaço em porta-malas pequenos, já comuns nos anos 30. Depois virou item quase obrigatório nos primeiros jipes e SUVs. Daí para se tornar símbolo de apelo off-road foi um pulo. É o que explica ele ter ido parar nos aventureiros urbanos, como VW CrossFox. A diferença é que, no caso do compacto aí da foto, era só frufru. – (Arquivo/Quatro Rodas) Nos primórdios do automóvel, o radiador era exposto e tinha tampa no topo. Para adorná-la, as marcas de luxo colocavam estatuetas. A evolução do carro levou a radiadores selados, trabalhando em conjunto com um vaso de expansão. A tampa se foi, mas o símbolo de requinte nos Rolls-Royce, Mercedes, Jaguar e Bentley, permanece até hoje. – (Arquivo/Quatro Rodas) A entrada de ar no capô (scoop) vingou nos anos 70 nos Chrysler, GM e Ford: servia para levar mais ar para os grandes V8 – mas atraía também olhares. Desde então, decorou carros nada esportivos, como o Corcel GT 1971. É uma moda que dura até hoje – vira e mexe um desavisado lança o equipamento, como fez a Chevrolet com a S10 a gasolina. – (Arquivo/Quatro Rodas) Nas carruagens, o teto de lona era dobrável. Os primeiros carros herdaram a ideia, que foi subvertida. Sedãs como o Landau LTD (foto) eram puro fingimento: capota fixa só revestida de vinil com imitação da dobradiça. – (Divulgação/Chevrolet) Estribo é a peça presa nas laterais da sela do cavalo e também a plataforma nas laterais de utilitários para auxiliar a subir a bordo. Mas para quê serve em hatches como Chevrolet Celta Off Road (foto) e Ford Fiesta Trail? Só para deixar manchas roxas nas canelas dos passageiros. – (Arquivo/Quatro Rodas) Não é de hoje que os velocímetros indicam a velocidade maior do que o carro realmente pode alcançar. Mas o que dizer do otimismo de montadoras como a Renault, com o Clio 1.0, cuja escala ia a até 250 km/h? O quebra-mato equipando um Stepway (Divulgação/Renault) Usado nos veículos do Exército para empurrar troncos e pedras, o quebra-mato também amenizava impactos frontais. Com o tempo, virou item estético a ponto de enfeitar seres tão urbanos como o Sandero Stepway (foto). A moda começou com o Fiat Palio Weekend, no fim dos anos 90, com um quebra-mato de metal destacado do para-choque. Edição de 50 anos do Mustang utilizava a trava externa do capô (Divulgação/Ford) A trava externa de capô, mais resistente e leve que a tradicional, evitava a abertura nos automóveis de arrancada. Era, de fato, um equipamento de segurança. No mundo tuning, virou estilo. Isso explica o uso retrô no Mustang 50th Anniversary Edition, em 2012. O pequeno Up! com volante de superesportivos (Divulgação/Volkswagen) Em carros de competição e superesportivos, a base achatada do volante faz sentido: ajuda a não raspar as pernas numa posição de pilotagem tão baixa – um efeito colateral do teto recuado e centro de gravidade próximo do chão. Mas alguém explica o que faz esse recurso em um VW Up!? Pneu faixa branca era apenas um símbolo de status (Divulgação/Internet) Na origem, o pneu era branco, cor da borracha natural, até receber a fuligem (derivado do petróleo) para reforçar a banda. Depois ficou todo preto, mas o faixa-branca manteve o status até os anos 30, depois sumiu, só retornando com força na década de 70.
Fonte:
Quatro Rodas
Roda presa
Troféu realeza
Falsa modéstia
Vinil de sucesso
Montaria sobre rodas
Indicadores otimistas
Armamento pesado
Disputa travada
Base compartilhada
Preto no branco
Dez equipamentos que tinham propósito, mas viraram enfeite
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Chevrolet Tracker Premier substitui LTZ e custa quase R$ 100 mil
Pode comparar à vontade: por fora, é quase impossível diferencial o Tracker Premier de um LTZ (Divulgação/Chevrolet)
Um dos maiores pontos fracos do Chevrolet Tracker em relação à concorrência vai acabar – pelo menos para quem estiver disposto a pagar R$ 96.790.
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Lá se vão 35 anos desde que o utilitário derivado do Gol aportou nas revendas Volkswagen. A Saveiro chegou ao mercado em 1982 como a terceira derivação do Gol, depois do Voyage e da Parati, e a terceira opção do segmento das picapes leves no país, depois da Fiat 147 Pick-up/City e da Ford Pampa. Era fiel ao primeiro Gol, com motor refrigerado a ar.
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Usar o farol de dia melhora a visibilidade em 500%
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A música Acenda o Farol, de Tim Maia, não poderia estar mais atual. O que a canção propunha já nos anos 70 virou lei. E o mais importante: essa atitude, tão simples, causa um impacto significativo na segurança.
Para comprovar o quanto a legislação que obriga o uso do farol baixo de dia nas rodovias é importante para...
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Correio Técnico: o que é um automóvel targa?
Nome targa foi criado pela Porsche, mas outras marcas já haviam lançado conversíveis assim antes (Porsche/Divulgação)
O que é um automóvel targa? – Heitor Pizzoluto, São Paulo (SP)
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