O 356 foi o primeiro carro produzido em série pela Porsche (reprodução/Internet) Ao mesmo tempo em que se empenha para preservar suas raízes, a Porsche é uma das marcas que mais investem em inovação. Provas não faltam: motorizações turbo, transmissões de dupla embreagem e investimentos nas tecnologias híbrida e elétrica são bons exemplos do vanguardismo da marca. É por isso que pouca gente entendeu porque a empresa retomou a produção dos freios a tambor – uma tecnologia defasada que não equipa os modelos da marca há anos. Mas existe um bom motivo por trás disso tudo: atender aos donos do 356. Fábrica na Áustria produz componentes para os modelos 356 A, 356 B e 356 C (Porsche/Divulgação) Vendido de 1948 a 1965, o veículo foi seu primeiro modelo produzido em série. Partiu da Porsche Classic (o departamento da empresa especializado na restauração e manutenção de carros antigos) a ideia de voltar a fabricar freios a tambor – já que aproximadamente 70% dos veículos produzidos pela Porsche ainda estão rodando e é cada vez menor a quantidade de peças de reposição para o 356 no mercado paralelo. Quem precisar trocar os freios vai pagar US$ 8.500 pelas quatro peças (Porsche/Divulgação) A linha de montagem na Áustria fornece componentes para os modelos 356 A (feito de 1955 a 1959), 256 B (de 1960 a 1963) e 356 C (1964 a 1965). A notícia ruim é que é preciso desembolsar uma dinheirama trocar os freios de seu esportivo. Cada peça custa US$ 2.100, totalizando a bagatela de US$ 8.500 pelas quatro peças novas.
Fonte:
Quatro Rodas
Porsche volta a produzir freios a tambor para seus modelos
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