– (Christian Castanho/Quatro Rodas) A GM lança hoje o Chevrolet Equinox. O mais novo SUV médio do mercado chega em versão única de acabamento e conteúdo chamada Premier. É a primeira vez que um modelo da marca vendido no Brasil é oferecido com esse pacote que é mais sofisticado que o LTZ, até agora o topo de linha por aqui. Esse novo padrão inclui acabamento superior, com bancos que imitam couro, e um generoso pacote de equipamentos de segurança e conforto. Tudo de série. – (Christian Castanho/Quatro Rodas) Para ficar só nos itens mais interessantes ou incomuns no segmento, anote aí: alerta de colisão frontal, alerta de movimentação traseira (para manobras de marcha ré), detector de pontos cegos, abertura elétrica do porta-malas com sensor de aproximação, frenagem de emergência, sistema semiautônomo de estacionamento e alerta de esquecimento de criança ou objetos no banco traseiro. Toda vez que as portas traseiras são abertas até dez minutos antes do acionamento da ignição, o sistema memoriza essa ação e adverte o motorista no momento do desembarque, por meio de mensagem sonoro e visual). O único opcional é a pintura. – (Christian Castanho/Quatro Rodas) Além do acabamento refinado e dos equipamentos de série, completam o pacote o motor 2.0 turbo do Camaro, com 262 cv e o câmbio automático de nove marchas. — Nos Estados Unidos existe uma opção 1.5 de 170 cv e câmbio de seis marchas. – (Christian Castanho/Quatro Rodas) Olhando esses dados técnicos dá para ter uma ideia de como anda o Equinox. A revista Quatro Rodas que chega nas bancas semana que vem traz o teste completo. Aqui antecipamos que o Equinox se saiu muito bem conseguindo, entre outras marcas, um tempo de cupê esportivo nas acelerações: ele fez de de 0 a 100 km/h em 7,5 segundos. – (Christian Castanho/Quatro Rodas) Tão interessante quanto acelerar foi descobrir que o Equinox tem comportamento esportivo. Por ser um SUV, nós esperávamos um carro mais lento, com respostas mais contidas – típicas de um veículo feito para rodar em todo tipo de terreno. – (Christian Castanho/Quatro Rodas) E o que encontramos foi um modelo rápido e fácil de manobrar, com vocação para rodar no asfalto. Em um primeiro momento, a suspensão macia nos pareceu insegura, ao permitir que a carroceria oscilasse mais do que esperávamos encontrar em um veículo com centro de gravidade elevado. Mas, com o tempo, quando constatamos que a carroceria estabilizava depois que assentava na suspensão, essa primeira impressão desapareceu. – (Christian Castanho/Quatro Rodas) Outra surpresa foi em relação às dimensões do Equinox. Nas fotos, ele parece maior do que realmente é quando visto de perto. O design tem alguns vincos, que passam despercebidos nas fotos, que ajudam a tornar seu visual mais leve. Na comparação com o exemplar da segunda geração (esta é a terceira), o Equinox ficou alguns centímetros menor. Ele encolheu 11,8 cm, no comprimento, e 13,0 cm na distância entre-eixos – o que é difícil acontecer. – (Christian Castanho/Quatro Rodas) Normalmente, as fábricas ampliam as dimensões dos carros a cada geração para poder oferecer algo a mais ao consumidor. Mas, nesse caso, a GM diz que apenas adequou as dimensões do Equinox às necessidades do cliente, tornando o SUV mais fácil de manobrar, entre outras vantagens das dimensões menores. Para os brasileiros, isso não faz diferença, no entanto. Por aqui, o Equinox vem substituir o Captiva e na comparação com esse outro SUV o Equinox é maior. Pouca coisa, mas é. O Equinox tem 7,6 cm a mais no comprimento e 1,8 cm a mais na distância entre-eixos. – (Christian Castanho/Quatro Rodas) Na prática, o que vale é o espaço interno. E nisso o Equinox vai muito bem. Só não é possível afirmar que ele acomoda cinco pessoas com conforto, como diz a fábrica, porque o banco traseiro tem um perfil que não prevê três ocupantes. A pessoa da posição central viaja de segunda classe. Para as demais há bom espaço em todas as direções: altura, largura e comprimento. No porta-malas cabem 468 litros de bagagem e existe um nicho, sob o piso, que leva 79 litros. – (Christian Castanho/Quatro Rodas) Faltou falar do preço. O Equinox 2.0 Turbo Premier custa R$ 149.900. É dinheiro suficiente para pensar em qualquer outro modelo de qualquer outro segmento. Mas considerando as opções no segmento de SUVs médios é um valor intermediário, levando em conta que existe mais de uma dúzia de opções no mercado. A começar pelo Hyundai ix35 e terminando no Land Rover Evoque – com preços que variam entre cerce de R$ 100 mil e a R$ 250 mil. Pensando nas qualidades que tem, como motor, câmbio e espaço interno, e quantidade de equipamentos que traz, chega-se à conclusão de que o Equinox é uma opção interessante. FICHA TÉCNICA Motor: 2.0, 4 cilindros, turbo, injeção direta, 16V, 262 cv a 5.500 rpm, 37 kgfm a 4.500 rpm Câmbio: automático 9 marchas, 4×4 Direção: elétrica Suspensão: McPherson (diant.), Multilink (tras.) Freios: discos nas quatro rodas Pneus: 235/50 R19 Dimensões: comprimento, 465,2 cm; largura, 184,3 cm; altura, 169,5 cm; 272,5 cm, entre-eixos, peso,1.693 kg
Fonte:
Quatro Rodas
Impressões: Chevrolet Equinox estreia para aposentar Captiva
Mais Novidades
Teste: era câmbio automático o que faltava ao Volkswagen Virtus 1.6 MSI
Visual do Virtus 1.6 é bastante próximo do das versões mais caras (Christian Castanho/Quatro Rodas)Visual do Virtus 1.6 é bastante próximo do das versões mais caras (Christian Castanho/Quatro Rodas)Lançado em janeiro de 2018, o Virtus chegou tendo como destaque a oferta de espaço, tanto na cabine como no porta-malas, com volume de 521 litros. O problema era o catálogo de versões. A Highline, top de linha, custava R$ 10.800 a mais do que o Polo na mesma versão – hoje, o degrau...
Leia mais
21 NOV
Volvo terá stand sem carros no Salão de Los Angeles
Escultura com a frase This is Not a Car será o ponto central do estande da Volvo (Volvo/Divulgação)Enquanto as montadoras começam a revelar seus lançamentos para o Salão de Los Angeles, que abre as portas ao público no próximo dia 30 de novembro, a Volvo anunciou uma estratégia ousada para o evento.A marca sueca não terá nenhum carro em seu stand. O ponto central será uma grande escultura com os dizeres “This is Not a Car” – Isto Não é um Carro.Espaço da marca terá apenas...
Leia mais
21 NOV
Fiat Toro será vendida como RAM na Colômbia
Picape é uma Toro com logotipos diferentes (Divulgação/Ram)Na falta de uma nova geração da Dakota, a RAM se vira com o que tem. Durante o Salão de Bogotá, a FCA anunciou que venderá a Fiat Toro na Colômbia. Mas será com outro nome: RAM 1000.Não é a primeira vez que a RAM faz isso. A Fiat Strada é vendida como no México como RAM 700, enquanto a Fiorino se chama RAM ProMaster Rapid por lá. Em alguns mercados da Ásia ainda existe a RAM 1200, que nada mais é do que uma Mitsubishi...
Leia mais
21 NOV
Alemão perde carteira de motorista minutos depois de passar em teste de direção
Um alemão conseguiu perder sua carteira de motorista menos de uma hora depois de ter adquirido o direito de conduzir. O jovem de 18 anos dirigiu a 95 km/h numa zona com um limite de 50 km/h, o que foi suficiente para suspender sua habilitação, comunicou a polícia alemã na terça-feira (20). Um radar de velocidade detectou o veículo na cidade de Iserlohn, próxima de Dortmund, na Renânia do Norte-Vestfália. Quando a polícia parou o veículo, encontrou um motorista de 18 anos e...
Leia mais
21 NOV
Longa Duração: revisão tenta eliminar barulheira do Renault Kwid
Tem fonte de ruído nova no Kwid: uma braçadeira encostando na ventoinha (Renato Pizzutto/Quatro Rodas)Está difícil ter neste espaço um texto de elogios ao Kwid. A cada edição, um novo ruído assola o compacto. No mês anterior, nosso consultor técnico, Fabio Fukuda, descobriu uma nova fonte de barulho: era a chapa defletora de calor, deslocada do ponto original, passou a resvalar no abafador traseiro do escapamento. Como a marca dos 20.000 km já estava próxima, deixamos para pedir...
Leia mais
21 NOV
Carlos Ghosn: a delação premiada que desconstrói o 'herói' de mangá japonês e 'titã' dos automóveis
Os japoneses buscam novos adjetivos para definir Carlos Ghosn, o executivo preso nesta semana em Tóquio por sonegação fiscal e uso de ativos da empresa para fins pessoais. Até antes do escândalo vir à tona, o franco-brasileiro de 64 anos era venerado como o herói que salvou a montadora Nissan da bancarrota duas décadas atrás. Apesar do remédio amargo que aplicou, com a demissão de 21 mil trabalhadores, redução do número de fornecedores e fechamento de fábricas, Ghosn...
Leia mais