Após revisão, viagem pelo interior de São Paulo (Vitor Matsubara/Quatro Rodas) Na edição 2016 da pesquisa Os Eleitos, de QUATRO RODAS, a rede Hyundai foi a mais bem avaliada, superando até mesmo as até então imbatíveis Toyota e Honda. Agora, aos 20.000 km, pudemos comprovar na prática aquilo que outros donos de Hyundai já diziam. Assim como ocorreu na primeira revisão, tudo funcionou perfeitamente. “Achei o atendimento mais rápido e cordial do que na Toyota, como vimos na época em que tivemos Etios e Corolla na nossa frota. Agora, é esperar pra ver se a qualidade do serviço vai ser igual”, disse o piloto de testes Eduardo Campilongo, que cuidou da segunda revisão do Creta, ao finalizar o telefonema que fez para a concessionária Sinal. Na data combinada, nosso Creta não precisou de mais que três horas em serviço. E tudo foi feito a contento, inclusive a verificação de um barulho na tampa traseira, bem menos acentuado do que o notado logo que retiramos o carro zero-quilômetro, mas ainda assim incômodo. “Não era nada grave, bastou um ajuste dos batentes da peça e uma lubrificação do sistema destravamento”, disse o técnico da Sinal. O plano de revisões do Creta tem muitos pontos positivos: a lista no site da Hyundai inclui sugestão de preço de lavagem (R$ 18) e de alinhamento, balanceamento e rodízio (R$ 165), algo inédito em nosso mercado. Mas há alguns procedimentos questionáveis, como a troca do filtro de cabine a cada 20.000 km e de ar do motor a cada 40.000 km. Nossa experiência no Longa Duração mostra que o ideal seria a substituição de ambos a cada 10.000 km. Revisado, o Creta já voltou à ativa. Após rodar 1.650 km, Luiz Carlos de Andrade Junior, da área de suprimentos da Editora Abril, disse: “Gostei dele, sobretudo na estrada. Mas encerrei minha experiência sem me entender com a porta do motorista, muito difícil de fechar”. Consumo Gastos no mês Ficha técnica
Fonte:
Quatro Rodas
Hyundai Creta – 20.026 km
Longa Duração: Creta chega aos 20.000 km e vai para a revisão
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Teste: o pneu certo para seu 4×4 fazer bonito no off-road
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Pesquisas das montadoras dizem que a grande maioria dos veículos 4×4 nasce, vive e morre sem tocar uma vez sequer a terra. Lama, então…
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Agora, se você foge à regra e tem um 4×4 com alergia a asfalto, fica a dica: um jogo de...
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