Rota 2030 beneficiará o setor segundo painel do Fórum Direções (Bio Foto/Quatro Rodas) O Rota 2030 vai tornar a indústria automotiva mais competitiva e globalizada. Graças a ações voltadas a livre importação e exportação de automóveis e incentivos a produção local de tecnologia. Essa foi a conclusão do painel “Rota 2030: os desafios da segunda fase do Inovar- Auto” que encerrou o Fórum Direções 2017. Segundo Roberto Cortes, presidente da MAN Caminhões América Latina, essa é a primeira vez que temos um plano econômico de longo prazo e que irá resolver problemas estruturais. “Com quase 40 anos de experiência no setor é a primeira vez que um programa tem como foco resolver questões estruturais, que inibem a nossa competividade”, afirma Cortes. Cortes admite que é a primeira vez que um programa resolverá problemas estruturais (Bio Foto/Quatro Rodas) De acordo com ele, todos os outros programas eram mais curtos. O Inovar-Auto cobria só cinco anos, já o Rota 2030 terá 13 anos de vigência. Dan Ioschpe, presidente do Sindipeças, acredita que o Rota 2030 vai propiciar integrar o Brasil ao mundo. “Teremos um fomento ao desenvolvimento do setor de autopeças, com incentivos para a nacionalização de tecnologias nas áreas de segurança e conectividade”, afirma Dan. Questionado sobre um aumento no índice de nacionalização das peças com a vigência do Rota 2030, Frédéric Sebbagh, presidente do Grupo Continental América do Sul, defende que a política não obrigada o aumento do índice de nacionalização dos veículos, mas contribui positivamente para isso. “Temos peças tecnológicas importadas atualmente que poderiam ser fabricadas aqui. Com a retomada da economia, isso se torna cada vez mais factível”, diz Sebbagh. Frédéric Sebbagh, da Continental, acredita no aumento de nacionalização das peças (Bio Foto/Quatro Rodas) Entre os itens mais próximos para a nacionalização estão o controle de estabilidade, que será obrigatório a partir de 2020, e o painel digital. O presidente do Sindipeças conclui o debate de maneira positiva: “o Rota 2030 é o caminho para voltarmos a crescer, mas agora de maneira competitiva e global sem medidas protecionistas”, afirma Dan.
Fonte:
Quatro Rodas
Fórum Direções: Rota 2030 fará setor automotivo mais competitivo
Mais Novidades
26 MAR
Petrobras vai passar a reajustar diesel a cada 15 dias e anuncia cartão para caminhoneiros
A diretoria da Petrobras aprovou mudanças na periodicidade de reajuste nos preços do diesel vendido para as refinarias. Os preços passarão a ser reajustados, no mínimo, a cada 15 dias, informou a estatal nesta terça-feira (26) em comunicado ao mercado. Desde então, a petroleira vinha reajustando o combustível em intervalos menores, desde o fim do programa de subsídios lançado pelo governo após a greve dos caminhoneiros. Somente em março, foram anunciados 5 reajustes no...
Leia mais
26 MAR
Toyota Etios 2020 está mais caro e, pela primeira vez, não tem mudanças
Etios 2020 só teve reajustes em todas as versões (Divulgação/Toyota)Desde que estreou no Brasil, em setembro de 2012, o Toyota Etios teve mudanças de equipamentos – e muitas vezes visuais – em todas as mudanças de ano-modelo.Foi assim que ele ganhou retrovisores com ajuste elétrico, trocou o painel cinza pelo preto, o quadro de instrumentos analógico pelo digital, recebeu motores mais potentes, nova frente e até controles de estabilidade e tração de série.Etios Sedan acompanha...
Leia mais
26 MAR
Novas Tecnologias: como é o filtro de poluentes para motores a gasolina
Motor PSA 1.2 de 3 cilindros (Otavio Silveira/Quatro Rodas)As emissões de material particulado sempre foram relacionadas aos motores a diesel em razão da grande formação de fuligem. Mas esse tipo de poluente não é exclusividade do diesel.Motores do ciclo Otto também emitem partículas sólidas resultantes da queima da gasolina.A diferença é que esses motores sempre emitiram menos particulado, comparados aos a diesel, e produziam outros poluentes (HC, CO, CO2, NOx) em maior...
Leia mais
26 MAR
Longa Duração: quem desvendará o misterioso tranco no câmbio do VW Virtus?
Virtus na Represa do Funil, em Itatiaia (RJ) (Henrique Rodrigues/Quatro Rodas)O editor Péricles Malheiros foi com o Volkswagen Virtus de São Paulo a Sobradinho (DF). “Ele é o 28º carro de Longa Duração com o qual faço essa viagem. Esperto nas retomadas, permitiu ultrapassagens com segurança. Mas não há mágica. Em velocidades mais altas, o baixo deslocamento volumétrico do motor 1.0 TSI cobra a conta, com o fim do fôlego chegando mais precocemente”, relata. O repórter...
Leia mais
26 MAR
Trens do Metrô de SP são autônomos e têm a força de 347 Amarok V6 juntas
A lavagem é feita com o trem em movimento e custa R$ 2.000 (Alexandre Battibugli/Quatro Rodas)Freios regenerativos, motores elétricos, ABS, suspensão a ar ajustável e condução autônoma são algo relativamente recente na indústria automotiva. Mas eles já são uma realidade no Metrô de São Paulo desde 1974. E, de quebra, a manutenção dos trens de 130 metros pode ser mais barata do que a de um carro comum. Essas são apenas algumas das curiosidades que cercam os 169 trens (incluindo...
Leia mais
26 MAR
Honda Accord 2019: primeiras impressões
No mundo automotivo, “sleeper” é o termo usado para definir carros que, de sonolentos, só têm a aparência. Em outras palavras, lobos em pele de cordeiro. O rótulo se encaixa perfeitamente na 10ª geração do Honda Accord, lançada no Brasil no Salão do Automóvel, em novembro passado. Quem olha para o sedã de linhas clássicas e claramente inspiradas no Civic não imagina do que o modelo é capaz. Ainda que a Honda não divulgue oficialmente a aceleração de 0 a 100...
Leia mais